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Estado de Minas

A máscara caiu. E agora?

A população aprendeu bastante sobre etiqueta respiratória e é preciso manter os compromissos vacinais


29/04/2022 06:00

Máscara
(foto: Coyot/Pixabay)

Uma data para os belo-horizontinos lembrarem: 27 de abril de 2022. Na última quarta-feira, foi anunciado para a capital mineira a mudança das orientações para o uso de máscaras. Em escolas, comércios e diversos locais fechados não será mais obrigatório o uso das proteções. Também não serão exigidos testes pré-eventos e comprovantes de vacinação.

Aos poucos vamos avançando para a normalidade. Ainda não vamos abandonar totalmente o uso das máscaras, pois será necessário o uso em locais de assistência à saúde, restaurante self-service, transportes coletivos e escolares.

"Mas da noite pro dia, não tem mais COVID?". Nada disso! Estamos caminhando para a volta da normalidade desde o dia em que a primeira pessoa foi vacinada. É graças ao avanço das imunizações, incluindo crianças, e à redução de casos graves da doença que os governos estão flexibilizando medidas de proteção. A vacina foi, é e continuará sendo a ferramenta chave para nos proteger.

Em uma avaliação pessoal, vejo que Belo Horizonte foi uma das cidades que soube com cautela lidar bem com a a pandemia, mantendo durante um período seguro as restrições e aplicando as mudanças de forma consciente. O que fica na nossa memória e aprendizado é que as medidas de controle da COVID-19 podem ser aplicadas a situações de resfriados e outras inúmeras doenças, aprendemos bastante sobre etiqueta respiratória e também relembramos os compromissos vacinais.

É importante entender que o uso da máscara nesses locais descritos é facultativo, ou seja, pode-se usar ou não. Já a vacinação é um ato público e de saúde coletiva e, por isso, é necessário estar vacinado e é obrigatório manter o cartão vacinal das crianças em dia. O contrário seria um ato de negligência com as medidas que protegem a saúde dos pequenos. A vacinação contra a COVID já é recomendada a partir dos cinco anos. Importante lembrar que também estamos no período de vacinação contra sarampo, com foco dos seis meses até cinco anos.

O Brasil possui uma excelente cobertura vacinal pública, ocupando sempre entre os três primeiros lugares. Vacinas como BCG (contra tuberculose grave), contra Hepatite A e B, poliomielite, rotavírus, difteria, tétano, coqueluche, alguns tipos de pneumonia, febre amarela, sarampo, caxumba e rubéola, HPV, varicela, meningite, COVID-19 e influenza são ofertadas pelo o nosso SUS.

Vamos combinar assim: coloque a máscara quando for necessário ou quando se sentir confortável, mas também coloque na sua agenda a revisão do seu cartão vacinal - assim você se protege e protege aqueles que convivem com você.

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