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Estado de Minas MERCADO S/A

Crescimento do comércio eletrônico no Brasil ainda é tímido

O sistema responde por apenas 6,8% do faturamento do varejo ampliado no país. Nos Estados Unidos, está em torno de 10% e na China beira os 20%


23/09/2021 04:00 - atualizado 23/09/2021 07:07

As empresas que vendem mercadorias chinesas, como AliExpress (foto), Shein e Shopee, fazem cada vez mais sucesso no Brasi
As empresas que vendem mercadorias chinesas, como AliExpress (foto), Shein e Shopee, fazem cada vez mais sucesso no Brasi (foto: Aliexpress/Divulgação -8/9/19)
O comércio eletrônico caiu no gosto dos brasileiros. Segundo dados da Nielsen, em 2021, 6,2 milhões de pessoas abraçaram a modalidade, que agora soma 42 milhões de adeptos. Ainda assim, as vendas on-line têm imenso potencial no país.

O sistema responde por apenas 6,8% do faturamento do varejo ampliado (todos os bens de consumo, incluindo veículos e materiais de construção).

Nos Estados Unidos, o índice está em torno de 10%. Na China, o percentual beira os 20%. O país asiático se tornou a principal referência do segmento. Não à toa, as empresas que vendem mercadorias chinesas, como AliExpress (foto), Shein e Shopee, fazem cada vez mais sucesso no Brasil. Pesquisa realizada pelo Instituto Reclame Aqui com 24 mil consumidores constatou que 56,5% deles já compram em sites da China.

As preferências são eletrônicos (21%), roupas (18%) e produtos de beleza (11%). Nos últimos meses, os chineses melhoraram seus prazos de entrega, o que explica a forte expansão dos negócios no mercado brasileiro.

Amazon investe o dobro do Brasil em inovação

A Amazon deverá encerrar 2021 com marca recorde: US$ 42,7 bilhões investidos em pesquisa e desenvolvimento. Para efeito de comparação, o montante equivale ao dobro do que o Brasil desembolsa todos os anos em inovação. A impressionante diferença escancara o atraso brasileiro nesse campo. Sem inovar, o país perde competitividade e, acima de tudo, não se desenvolve. O cenário preocupa. Segundo o Índice Global de Inovação (IGI), o Brasil ocupa o indigesto 62º lugar entre 131 nações.

Empresários debatem caso Prevent

Dois empresários trocaram farpas ontem em grupo de WhatsApp ao comentar o depoimento do diretor da Prevent Senior à CPI da COVID. Um deles, importante executivo da área da saúde, criticou a Prevent por modificar as fichas dos pacientes para que a doença não fosse mencionada após alguns dias de internação. “Isso é um escândalo”, escreveu o profissional, que também é médico. Outro participante do grupo, representante do agronegócio, insistiu em que não havia elementos para acusar a Prevent.
 

Até pouco tempo atrás, ter um diploma fazia com que o seu salário aumentasse três vezes. Dessa forma, o aluno buscava apenas um certificado e não qualidade educacional

Daniel Castanho, presidente do conselho da Ânima Educação

 

Telegram avança, mas WhatsApp segue onipresente

O serviço de mensagens Telegram avança em ritmo veloz no Brasil. Segundo pesquisa feita pelo Mobile Time/Opinion Box, o aplicativo russo já está presente em 53% dos smartphones brasileiros. Há um ano, o percentual era 35%. De acordo com o levantamento, os usuários jovens e do sexo masculino das classes A e B são os principais responsáveis pelo crescimento. Ainda assim, o WhatsApp segue imbatível, aparecendo em 99% dos aparelhos de celular do país – é uma das taxas mais altas do mundo.
 

US$ 25,1 bilhões

foi o valor das exportações brasileiras do setor alimentício nos sete primeiros meses do ano, o que corresponde a alta de 19,7% em relação a igual período de 2020. Os dados são da Abia, a associação do setor 

RAPIDINHAS

  • A General Motors retomará o segundo turno de produção nas plantas de São Caetano do Sul (SP) e Gravataí (RS). Segundo a empresa, a ampliação da jornada se deve à alta demanda pelo utilitário Tracker e pelo hatch Onix (foto). As unidades estavam funcionando em ritmo lento devido à escassez de chips semicondutores, problema que atingiu todo o mercado.

  • A ginasta Rebeca Andrade, que faturou um ouro e uma prata nos Jogos Olímpico de Tóquio, será patrocinada pela Riachuelo até os Jogos de Paris, em 2024. A varejista de moda decidiu investir pesado no esporte nacional. Recentemente, passou a apoiar também o futebol feminino, que sempre sofreu para se manter.

  • As smart cities, como são chamadas as cidades inteligentes, estão em alta. A fabricante japonesa de carros Toyota pretende construir um município para 2 mil habitantes aos pés do Monte Fuji. Na região, será possível testar carros autônomos, usufruir de tecnologias inteligentes e conviver com robôs que simplificam a vida doméstica.

  • Maior rede de lojas do mundo, a americana Macy’s anunciou um dos maiores planos de contratação de sua história: 76 mil trabalhadores serão incorporados à folha de pagamentos nas próximas semanas. A empresa quer se preparar para a temporada de compras natalinas, que promete trazer ótimos resultados.

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