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Estado de Minas Mercado S/A

É cada vez maior a insatisfação de empresários com o governo Bolsonaro

O que incomoda principalmente é a falta de uma agenda positiva capaz de trazer alguma perspectiva para a economia.


02/09/2021 04:00 - atualizado 02/09/2021 08:05

Com a tensão política nas alturas, não resta espaço para o governo Bolsonaro buscar as soluções que o país exige
Com a tensão política nas alturas, não resta espaço para o governo Bolsonaro buscar as soluções que o país exige (foto: Marcos Corrêa/PR - 4/8/21 )
O Pibinho estagnado e a deterioração da economia foram os temas debatidos ontem em um grupo de WhatsApp formado por empresários de diversos setores. O tom das palavras para se referir ao governo mudou. Se antes havia certa moderação, agora a insatisfação está mais escancarada. Até o ministro Paulo Guedes parece ter perdido o encanto para boa parte do empresariado. “Vai sair mais algum manifesto contra o governo? Onde eu assino?”, brincou um executivo do ramo de seguros. O que incomoda principalmente é a falta de uma agenda positiva capaz de trazer alguma perspectiva para a economia. Com a tensão política nas alturas, alimentada inclusive por quem deveria aplacá-la, não resta muito espaço para o governo buscar soluções para o que realmente interessa – o desemprego elevado, a inflação nas alturas, a crise hídrica, a energia cara, entre muitos outros dramas nacionais. Os empresários tiveram toda a paciência do mundo com o governo, mas ela está chegando ao fim.

Tecnologia contra a inadimplência

A Boa Vista criou uma solução que permite às instituições financeiras evitar que seus clientes se tornem novos devedores. Com base em um modelo algorítmico aplicado às informações relativas a crédito e obrigações financeiras, a ferramenta mostra quais clientes estão apresentando sinais de enfraquecimento financeiro e, portanto, mais propensos a renegociar contratos de crédito pessoal. A partir daí, é possível adequar as dívidas à capacidade de pagamento do indivíduo.

O futuro é elétrico para a indústria automotiva

O mercado de carros elétricos avança com velocidade.  Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), 10 milhões de veículos movidos a eletricidade rodam pelo mundo, e o número cresce a uma taxa de 40% ao ano. No Brasil, o segmento também acelera. No primeiro semestre, foram vendidos 13.899 veículos elétricos e híbridos no país, um aumento de 30% em comparação com o mesmo período de 2020. Estima-se que, até 2030, 2 milhões de automóveis desse tipo circulem pelas ruas brasileiras.

A renda fixa está de volta

O novo ciclo de alta de juros mudou o foco dos investidores. Apenas em julho, os fundos de renda fixa captaram R$ 28,4 bilhões, o equivalente a 65% do total dos fundos de investimentos negociados no país. Não é só. Entre janeiro e julho, as emissões de debêntures, um dos principais títulos de renda fixa do mercado, somaram R$ 119,8 bilhões. No ano passado inteiro, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), foram R$ 121,1 bilhões.

Rapidinhas

O Brasil está se posicionando como uma plataforma de exportação de petfood, principalmente para a América Latina e Estados Unidos. Esse foi um dos temas de reunião ocorrida em Brasília entre o CEO da Nestlé Purina, Marcel de Barros, o VP Jurídico e Relações Institucionais e Governamentais da Nestlé Brasil, Gustavo Bastos, e a ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

A Volkswagen decidiu ampliar o serviço de assinatura de carros para todo o Brasil. Lançada há 10 meses, a iniciativa estava restrita à cidade de São Paulo. Os preços continuam salgados. A assinatura do modelo T-Cross (foto) custa a partir de R$ 2,4 mil por mês. No caso do Taos, os valores vão de R$ 3,3 mil a R$ 3,7 mil.

Marcel apresentou os detalhes da instalação de um novo parque industrial em Santa Catarina, com expectativa de R$ 1 bilhão de investimentos na primeira fase da construção. O Brasil é o segundo maior mercado de alimentos para animais de estimação do mundo, com 85 milhões de pets, e a categoria cresce ao ritmo de 8% ao ano.

Portugal reabriu as fronteiras para turistas brasileiros. Desde ontem, basta a apresentação de teste negativo para covid-19 para ter a entrada autorizada no país. O visitante, porém, terá de cumprir um período de quarentena na chegada. Portugal quer usar o turismo para reaquecer a economia.


''A gente acha que o PIB pode ser revisado um pouquinho para baixo''

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, pouco depois de o IBGE divulgar a retração de 0,1% do PIB no segundo trimestre em comparação com os três meses anteriores



42,5%

foi quanto aumentou a demanda por voos domésticos em julho em relação a junho, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Se a base comparativa for julho de 2019 – antes da pandemia –, a queda é de 23,6%

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