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Grandes empresas começam a investir em bitcoins e criptomoeda vira caixa

Segundo o estudo, dezenove grandes empresas de capital aberto com valor de mercado combinado de US$ 1 trilhão possuem, juntas, US$ 6,5 bilhões em bitcoins


17/06/2021 04:00 - atualizado 17/06/2021 07:27

Moeda virtual é cada vez mais incorporada ao dia a dia em vários países e já está no caixa das grandes companhias(foto: Joe Raedle/Getty Images/AFP - 4/6/21)
Moeda virtual é cada vez mais incorporada ao dia a dia em vários países e já está no caixa das grandes companhias (foto: Joe Raedle/Getty Images/AFP - 4/6/21)

A ideia de que o mercado de moedas virtuais é instável demais e interessa apenas aos especuladores parece um pouco absurda depois da divulgação de extenso relatório produzido pela gestora britânica Nickel Digital Asset Management.

Segundo o estudo, dezenove grandes empresas de capital aberto, com valor de mercado combinado de US$ 1 trilhão, possuem, juntas, US$ 6,5 bilhões em bitcoins.

Um ano atrás, o valor não chegava a US$ 2 bilhões. Ou seja: se as criptomoedas são tão ruins assim, o que explicaria o crescente interesse de corporações globais em investir nesse tipo de ativo? No Brasil, observa-se tendência parecida. No primeiro trimestre, o Mercado Livre informou ter comprado US$ 7,8 milhões em bitcoins para reforçar o caixa.

A startup Yubb, do buscador de investimento do mesmo nome, e a casa de análises financeiras Empiricus são outros exemplos de companhias que fizeram aportes recentes em moedas virtuais.

Reforço nos voos acelera crescimento da Latam em junho

O setor aéreo decola. A Latam está com capacidade doméstica seis vezes maior neste mês em comparação ao mesmo período de 2020 e 63% maior em relação a 2019. Além disso, a média diária de voos passou de 250 para 310. O incremento nas operações em junho está concentrado na reabertura de rotas como Santos Dumont-Porto Alegre, Santos Dumont-Confins e Congonhas-Porto Seguro, além do reforço de rotas como Congonhas-Porto Alegre, Congonhas-Salvador, Congonhas-Santos Dumont e Congonhas-Brasília.

R$ 678,7 milhões

Foi o prejuízo da Latam, Gol e Azul, as três principais empresas aéreas do Brasil, no quarto trimestre de 2020. O tombo é reflexo das paralisações impostas pela pandemia.


''Trabalhar na crise é mais divertido''

Jorge Gerdau Johannpeter, maior produtor de aço do Brasil


Empresa alemã de colchões fatura alto no Brasil

A explosão do comércio eletrônico no Brasil beneficia empresas de diversos setores. A alemã Emma, especializada na chamada indústria do sono e que opera exclusivamente no ambiente on-line, já faturou até abril de 2021 o equivalente a todo o ano de 2020. Com isso, a operação brasileira ocupa o 5º lugar em receita entre os 30 países onde a companhia atua, ficando atrás de Alemanha, França, Holanda e Reino Unido. O carro-chefe da marca é o colchão vendido dentro de uma caixa (bed-in-a-box).

Starbucks abrirá primeira loja em Minas Gerais

A SouthRock, operadora licenciada da rede Starbucks no país, anuncia hoje um projeto de expansão que prevê a abertura das primeiras lojas da marca em Belo Horizonte, no segundo semestre de 2021. Duas lojas estão confirmadas no aeroporto de Confins e no Boulevard Shopping, mas há outras em negociação. Além de Belo Horizonte, a rede desembarcará também neste ano em Porto Alegre e Curitiba. Com a chegada a essas três novas regiões, a Starbucks marca presença em sete mercados do país.

Rapidinhas

O aeroporto de Congonhas, em São Paulo, pretende adotar a partir do segundo semestre o embarque de passageiros por reconhecimento facial. A iniciativa foi testada nesta semana com resultados animadores. Belo Horizonte, Florianópolis, Rio de Janeiro e Salvador também fizeram experimentos parecidos. Em todos os locais o sistema funcionou.

O mercado financeiro internacional está animado com o Brasil. Uma pesquisa do americano Bank of America com gestores de recursos detectou que 75% deles acreditam que o Ibovespa, o principal índice da bolsa brasileira, encerrará o ano acima dos 130 mil pontos. Em abril, só 42% dos pesquisados achavam isso.

O divórico de Jeff Bezos, fundador da Amazon e uma das pessoas mais ricas do mundo, e Mackenzie Scott tem sido lucrativo para instituições filantrópicas. Desde a separação, há dois anos, Mackenzie doou impressionantes US$ 8 bilhões para 300 organizações de ajuda humanitária. Segundo a Forbes, a fortuna dela é estimada em US$ 60 bilhões.

Depois de liderar durante muito tempo o mercado brasileiro de automóveis, o Chevrolet Onix vive uma fase negativa. No acumulado do ano, foi ultrapassado pelo Hyundai HB20. A GM, porém, enfrenta um problema extramercado: a fábrica de Gravataí (RS) está parada desde março por falta de componentes eletrônicos.

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