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Estado de Minas MERCADO S/A

Vem aí o trabalho fora do escritório e do home office

Pesquisa da Accenture indica que 75% das pessoas estariam dispostas a fazer suas atividades num terceiro local, de cafés a hotéis


14/04/2021 04:00 - atualizado 14/04/2021 07:30

Enquete mostra que funcionários estariam a gastar até US$ 100 mensais para poder usar estrutura em cyber cafés ou bares (foto: BAY ISMOYO/AFP 3/1/18)
Enquete mostra que funcionários estariam a gastar até US$ 100 mensais para poder usar estrutura em cyber cafés ou bares (foto: BAY ISMOYO/AFP 3/1/18)


Muitas empresas acham que o trabalho remoto é uma nuvem passageira, mas se elas prestarem atenção nos seus funcionários talvez mudem de ideia. Um estudo da consultoria Accenture com 9.650 profissionais de 19 países – o Brasil entre eles – constatou que 75% gostariam de dar expediente em um “terceiro espaço”, lugar que não seria nem a casa, nem o escritório.

Que local seria esse? Segundo a Accenture, cafés, bares, hotéis e outros espaços públicos com alguma infraestrutura. A pesquisa também mostrou que metade dos entrevistados estaria disposta a pagar, do próprio bolso, até US$ 100 mensais para exercer a labuta cotidiana longe do escritório convencional.

Por mais que as companhias tradicionais e os líderes conservadores critiquem a ideia do trabalho a distância, é impossível resistir aos novos tempos. O home office pegou e tem sido ótimo inclusive para as empresas, que reduziram custos e observaram o aumento da produtividade de seus colaboradores.

72%

dos japoneses gostariam que os Jogos de Tóquio fossem novamente adiados ou cancelados definitivamente. A 100 dias do início da Olimpíada, a alta rejeição do público local é um sério problema para os organizadores
 

''Outro dia me perguntaram: qual a solução para o Brasil?. Álcool e fogo. Bota fogo e começa do zero. Como está não dá''

Rogério Xavier, sócio da SPX Capital, gestora com R$ 40 bilhões em ativos sob gestão

 

Crescem inadimplência e procura por crédito

 
O agravamento da crise levou a dois movimentos inevitáveis: o aumento da inadimplência e da procura por crédito. Em março, segundo dados do birô financeiro Boa Vista, o número de brasileiros com dívidas não pagas subiu 0,8% em relação ao mês anterior. De acordo com a Serasa Experian, também em março a busca por empréstimos subiu 20,1% na comparação com o mesmo período do ano passado. Todas as regiões do país registraram forte expansão, em especial o Nordeste (29,3%) e Norte (27,6%).
 
 

Balanço da Cogna trará indicadores ESG


A Cogna, dona das marcas Kroton, Somos, Saber, Vasta e Platos, será a primeira empresa brasileira do setor de educação a divulgar trimestralmente seus indicadores ESG no Brasil. A partir do próximo balanço, previsto para maio, as informações relacionadas a governança, responsabilidade social e sustentabilidade estarão no relatório trimestral da companhia. Em 2020, a Cogna diz ter gerado R$ 10,4 bilhões de impacto na sociedade, atingindo R$ 12,6 bilhões em ativos socioeconômicos.
 

Vendas de cimento disparam em março

O bom momento do setor imobiliário tem beneficiado diversos ramos da economia. Em março, as vendas de cimento no Brasil cresceram 34,6% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Há muito tempo o segmento não registrava avanço tão consistente. Suspeita-se que o isolamento social também tenha gerado algum efeito sobre esse resultado. Muitas pessoas aproveitaram o período em casa para realizar pequenas obras. Não à toa, as lojas de materiais de construção vivem boa fase.

 

RAPIDINHAS

 
(foto: Leandro Couri/EM/D.A Press )
(foto: Leandro Couri/EM/D.A Press )
 
» A vacinação em massa nos Estados Unidos e outros países ricos beneficiará alguns setores da economia brasileira. Os fabricantes de calçados esperam um crescimento de 13% das exportações em 2021, o que é resultado sobretudo da reabertura das atividades comerciais mundo afora e, claro, da valorização do dólar.
 
(foto: Ramon Lisboa/EM/D.A Press 15/3/21 )
(foto: Ramon Lisboa/EM/D.A Press 15/3/21 )
 
» Uma boa notícia: o varejo (foto)  brasileiro reverteu duas quedas consecutivas e voltou a crescer em fevereiro. De acordo com o IBGE, o avanço foi de 0,6% frente a janeiro. O resultado veio levemente acima do consenso do mercado, com destaque para os segmentos de móveis e eletrodomésticos (alta de 9,3%) e vestuário e calçados (7,8%).
 
 
(foto: Nicolas Afouri/AFP)
(foto: Nicolas Afouri/AFP)
» A onda do consumo consciente ganhou um reforço de peso: nos Estados Unidos, a Nike (foto) começou a revender tênis que foram devolvidos por clientes em troca de descontos na compra de produtos novos. Segundo a empresa, a iniciativa faz parte de um amplo projeto de sustentabilidade que, entre outras ações, combate o desperdício.

 
 
 
» O STF formou entendimento pela não incidência do IOF sobre aplicações financeiras de curto prazo realizadas por partidos políticos, entidades sindicais, instituições de educação e de assistência social sem fins lucrativos. Segundo Augusto Paludo, sócio da Covac Advogados, a medida ajudará as instituições a preservar o patrimônio.

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