Continue lendo os seus conteúdos favoritos.

Assine o Estado de Minas.

price

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Utilizamos tecnologia e segurança do Google para fazer a assinatura.

Assine agora o Estado de Minas por R$ 9,90/mês. ASSINE AGORA >>

Publicidade

Estado de Minas Mercado S/A

Pedido de abertura de capital bate recorde no Brasil

A CVM autorizou que pequenos investidores comprem BDRs, produtos que dão acesso a ativos estrangeiros


26/10/2020 04:00 - atualizado 26/10/2020 07:40

(foto: Tok&Stok/Divulgação )
(foto: Tok&Stok/Divulgação )


A fila de IPOs (ofertas públicas iniciais de ações) não para de crescer no Brasil. A semana passada marcou um recorde: 12 companhias protocolaram o pedido de abertura de capital na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O interessante do movimento é a variedade de setores. Entre os solicitantes estão a empresa de softwares Neogrid, o hortifrutis Fartura, a empreiteira Método Engenharia, a produtora de sementes Boa Safra e a Estok, controladora da rede de móveis e acessórios de decoração Tok&Stok.

No ano, 65 empresas encaminharam o pedido para abrir capital, o que confirma a forte tendência. Na história da Bolsa, 2007 foi o ano com o maior número de IPOs (64 no total).

O mercado está repleto de novidades. Na semana passada, a CVM autorizou que pequenos investidores comprem BDRs, produtos que dão acesso a ativos estrangeiros (como Facebook, Google e Microsoft, entre outros) a partir de negociações na Bolsa brasileira.


RAPIDINHAS


O mercado de motos acelera. Em setembro, foram fabricadas 105 mil unidades no país, um avanço de 13,1% diante de igual período de 2019. Poucos setores são tão concentrados: a Honda é responsável por 80% dos emplacamentos. Segundo a empresa, os pedidos cresceram tanto que está difícil cumprir prazos de entrega.

A ameaça da falência ronda a Livraria Cultura. Com dívidas de R$ 285 milhões, a rede teve o seu plano de Recuperação Judicial questionado por um fornecedor. Se a Justiça considerar a reclamação justa, a empresa corre o risco de falir. A Cultura sofre com a má gestão há muitos anos, mas o fechamento das lojas na quarentena agravou a situação.

O empresário Glauber Gentil, dono de uma centena de franquias de diversas marcas, lançou um movimento para estimular ações positivas no mundo corporativo. Chamada de Ser Gentil, a iniciativa conta com o apoio de empresas como O Boticário, Imaginarium e Visagio. A ideia, diz ele, é valorizar pequenos gestos, como elogios aos colegas de trabalho.

Executivos da área de TI estão preocupados com os riscos que o home office traz para a segurança de dados das empresas. Segundo pesquisa feita pela Intel, 77% dos profissionais da área acreditam que o trabalho remoto aumenta as chances de crimes como invasão de sistemas e roubo de informações.

26%


foi quanto subiu o ouro em 2020. Em tempos de incertezas, investidores buscam ativos mais seguros para proteger o patrimônio

China, a fábrica de unicórnios

 
Comprar briga com a China, como parece ser a disposição do governo Bolsonaro, não significa apenas arranjar encrenca com o maior comprador de commodities brasileiras. Representa também o risco de deixar de ter acesso a uma das economias mais inovadoras do mundo. Atualmente, 35% dos unicórnios – como são chamadas as startups avaliadas em pelo menos US$ 1 bilhão – do mundo são produzidos pelos chineses, que nesse campo só perdem para os americanos (48% do total.)
 

Empresas buscam profissionais maduros


A busca por diversidade tem levado muitas empresas a buscar profissionais mais rodados. Recentemente, a Unilever abriu um programa de estágio para maiores de 55 anos, iniciativa inédita no país. Companhias como a rede de supermercados Pão de Açúcar, a companhia aérea Gol e a Atento, do setor de call center, também têm programas de valorização de trabalhadores maduros. A tendência é mundial. Nos Estados Unidos, bancos como JP Morgan e Wells Fargo lançaram projetos parecidos.
 
 
(foto: Drew Angerer/AFP)
(foto: Drew Angerer/AFP)

''Não diga às pessoas como fazer as coisas. Diga o que fazer e elas irão surpreendê-lo com os resultados''

Phil Knight, fundador da Nike

Barbie ajuda Mattel a lucrar
(foto: Renner/Divulgação)
(foto: Renner/Divulgação)

 
A fabricante americana de brinquedos Mattel, dona de ícones infantis como Hot Wheels, Matchbox e Barbie, teve no terceiro trimestre o melhor desempenho em duas décadas.
 
No período, o lucro disparou 348% ante iguais  meses de 2019. A principal razão para o resultado é a boneca Barbie. Na pandemia, os pais buscaram opções de diversão com os filhos que fugissem do universo digital, o que acabou impulsionando as vendas de brinquedos considerados clássicos. A Barbie foi lançada em 1959.
 

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade