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Estado de Minas MERCADO S/A

Crédito para pequena empresa enfrentar a crise começa a crescer

Banrisul anuncia linha de empréstimo com carência de três meses e Sebrae promete financiamento on-line em no máximo sete dias para ser pago a partir de seis meses do acesso ao dinheiro


21/07/2020 04:00 - atualizado 21/07/2020 07:16

Restaurantes estão entre as pequenas empresas mais afetadas do setor de serviços com a pandemia do novo coronavírus(foto: Leandro Couri/EM/D.A Press -1/7/20)
Restaurantes estão entre as pequenas empresas mais afetadas do setor de serviços com a pandemia do novo coronavírus (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press -1/7/20)
As pequenas empresas, as mais atingidas pela crise do coronavírus, começam a encontrar algum alento no mercado financeiro. Ontem, o Banrisul anunciou linha de crédito para firmas que faturam até R$ 360 mil, com carência de três meses para o pagamento da primeira parcela. Já o Sebrae lançou um programa que promete oferecer crédito on-line em no máximo sete dias. Fruto de parceria com as fintechs BizCapital e Nexoos, a iniciativa prevê carência de seis meses, prazo de pagamento de quatro anos e taxas de juros de 0,7% ao mês. Na primeira fase, a ideia é atender 3 mil empresas e liberar R$ 50 milhões. O governo também está atento ao sufoco enfrentado pelos pequenos e médios empreendedores. Na semana passada, editou uma medida provisória que cria uma linha de crédito com vigência até o final do ano para companhias com receitas anuais de no máximo R$ 300 milhões. Os bancos que aderirem à modalidade poderão obter benefícios fiscais.

Somos dá 30 mil aulas ao dia

A Somos Educação, braço de ensino básico da Cogna, alcançou a marca de 2 milhões de aulas digitais durante o período de isolamento social. Segundo a empresa, diariamente são realizadas cerca de 30 mil aulas ao vivo para 1,3 milhão de estudantes de 4 mil escolas que adotaram a plataforma on-line Plurall. “Para se ter uma ideia, um em cada cinco alunos da educação básica privada no país usa o sistema Plurall”, diz Rodrigo Galindo (foto), presidente da Cogna.

British aposenta icônico Jumbo

O icônico Boeing 747, conhecido no mercado como “Jumbo”, está com os dias contados. Dona da maior frota do modelo, a inglesa British Airways anunciou que vai aposentar suas 31 aeronaves. Com isso, restarão só 30 aviões 747 em operação, pertencentes à alemã Lufthansa e à sul-coreana Korean Air. O Jumbo foi durante muito tempo o maior avião do mundo, com capacidade para transportar 500 passageiros. Nos últimos anos, começou a ser substituído pelo A350, da Airbus, e pelo 787, da própria Boeing.

''As responsabilidades das empresas mudaram e estamos nos afastando do propósito de somente crescer. Agora é preciso ter responsabilidades com comunidades e funcionários e investir em uma economia sustentável''

Adena Friedman, presidente da Nasdaq, a bolsa de tecnologia dos Estados Unidos


Via Varejo publica e depoisapaga postagem no Twitter

A Via Varejo divulgou no Twitter dados espantosos sobre o crescimento de vendas de itens como televisões (alta de 1.900% na comparação com um ano atrás) e games (avanço de 2.500%) em junho. Depois de um breve tempo no ar, as postagens foram apagadas. A empresa não confirmou os números, mas os investidores se animaram – não apenas por esse motivo. A Via Varejo vive uma revolução digital, com mais vendas nas plataformas on-line. Ontem, as ações da companhia subiram 7,35%.

40% é quanto vai cair o investimento estrangeiro direto no Brasil em 2020, segundo projeções da The Economist Intelligence Unit. Para a divisão de pesquisa e análise do grupo Economist, a queda será resultado da instabilidade política, do desmatamento acelerado da Amazônia – tema sensível para investidores internacionais – e da pandemia do coronavírus

RAPIDINHAS

Pela primeira vez na história, a Amazon se tornou o maior anunciante dos Estados Unidos. Em 2019, segundo estudo da empresa de pesquisas Leading National Adverstisers, a companhia de Jeff Bezos investiu US$ 6,9 bilhões em publicidade – um recorde. A Amazon superou gigantes como Comcast, AT&T, P&G e Walt Disney.

A Disney aderiu ao movimento que prega a interrupção de anúncios no Facebook, acusado de não combater discursos de ódio. Segundo o jornal americano The Wall Street Journal, a empresa de Mickey cortou gastos com publicidade na rede de Mark Zuckerberg. A Disney foi quem mais anunciou no Facebook no início do ano.

O relaxamento da quarentena não é garantia de retomada da economia. E por uma simples razão: as pessoas estão com medo. Segundo pesquisa da Culture Lab, divisão da agência Africa, 76% dos entrevistados não concordam com a flexibilização. O estudo foi feito em junho com moradores de diversas regiões do país.

Começa hoje a nova temporada de divulgação de balanços. Poucas vezes o mercado esteve tão ansioso. As empresas vão anunciar os resultados do segundo trimestre, período que abrange o auge da pandemia do coronavírus. A partir dos números apresentados, será possível ter uma noção mais precisa a respeito dos danos causado s pela crise.
 

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