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Estado de Minas MERCADO S/A

Ameaça de boicote ao agronegócio nacional gera pedido de demissão do ministro Ricardo Salles

Representantes do setor alertaram o presidente Bolsonaro sobre o risco de prejuízos, caso Salles seja mantido no cargo


postado em 14/07/2020 04:00 / atualizado em 14/07/2020 07:41

(foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado )
(foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado )
Executivos do agronegócio estão cada vez mais incomodados com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. “Não dá mais para ele continuar no cargo”, diz um grande produtor de grãos. “A imagem do Brasil na área ambiental vai de mal a pior no exterior e precisamos de uma resposta rápida para que os mercados internacionais voltem a confiar em nosso trabalho”.

O profissional afirma que ouviu de vários parceiros comerciais a possibilidade de um boicote global aos produtos brasileiros. “O governo está brincando com fogo, isso é muito sério”, afirma o agricultor.

“O Brasil se consolidou nos últimos anos como uma das grandes referências em produção sustentável e agora isso pode se perder”. Vários representantes do agronegócio alertaram o presidente Bolsonaro que a permanência de Salles traz, segundo eles, uma série de prejuízos para o país. “Estamos aguardando o bom senso do presidente para tomar a decisão certa”.
 

O impacto do coronavírus no futebol


(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press 15/3/20)
(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press 15/3/20)
A crise do coronavírus afetará os balanços financeiros dos grandes clubes do futebol brasileiro. Dois estudos recentes dimensionam a tragédia. Segundo a consultoria de marketing esportivo Sports Value, as receitas dos 20 times da primeira divisão cairão de R$ 6,1 bilhões em 2019 para algo entre R$ 3,6 bilhões e R$ 4,3 bilhões em 2020. Outro estudo, desta vez feito pela consultoria EY, calcula que o tombo será menor, com as receitas totalizando entre R$ 4 bilhões e R$ 4,6 bilhões.
 

PWC demite 10% da força de trabalho no Brasil

 
A operação brasileira da consultoria inglesa PWC demitiu 500 funcionários durante a crise do coronavírus, ou cerca de 10% de seu quadro de funcionários no país. Apesar de outras consultorias também enfrentarem dificuldades, o número elevado surpreendeu o mercado. O curioso é que a PWC foi uma das signatárias do “Movimento Não Demita”, lançado no início de abril com o objetivo de preservar os postos de trabalho durante a pandemia. Ao que parece, a iniciativa perdeu fôlego.
 

Funcionários querem home office

O home office veio para ficar. Uma recente pesquisa realizada pela Fundação Dom Cabral mostrou que 54% dos funcionários que passaram a dar expediente remoto pretendem propor à empresa a continuação do trabalho em casa mesmo quando a pandemia acabar. Algumas companhias se anteciparam. O banco BMG prorrogou o home office até o fim do ano e já considera a possibilidade de, a partir de janeiro de 2021, adotar o modelo híbrido, dividindo a presença física no escritório com o trabalho à distância.
 
(foto: Andrew Toth/AFP)
(foto: Andrew Toth/AFP)

"Hoje, nós, milionários e bilionários abaixo-assinados, pedimos que nossos governos elevem impostos para pessoas como nós. Imediatamente. Substancialmente. Permanentemente!”
  
Trecho de carta enviada pelo grupo “Milionários pela Humanidade” a governantes de diversos países.  O movimento conta com a participação de 80 personalidades e é liderado por Abigail Disney, herdeira do grupo Disney


RAPIDINHAS

 
» O aplicativo chinês TikTok não para de surpreender. Em junho, foi o mais baixado na Apple Store e no Google Play, à frente da plataforma de videoconferências Zoom e do Facebook. O TikTok é um fenômeno global. Seus 50 principais criadores de conteúdo contam com mais seguidores do que as populações da Austrália, Canadá, México e Reino Unido somadas.

» A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) fez um estudo que mostra a força das vendas digitais. Desde o início da pandemia, 135 mil lojas aderiram ao comércio eletrônico. “A resposta das empresas foi muito positiva, inclusive em relação a questões logísticas”, diz Maurício Salvador, presidente da entidade.

» A nova onda do fitness é um dispositivo que permite ao usuário se exercitar enquanto acompanha o streaming de aulas de ginástica em uma tela gigante, do tamanho de um adulto. A canadense Lululemon investiu meio bilhão de dólares na startup Mirror, que criou a tecnologia. O serviço desembarca em breve no Brasil.

» A crise do turismo provocará estragos no Brasil, mas os efeitos da pandemia serão piores em países que recebem muitos estrangeiros. O setor reponde por 3,7% do PIB brasileiro. Em Portugal, o índice é de 13,7%, uma das maiores participações do mundo. Espanha (12,3%) e França (9,5%) também sofrerão.
 

147 milhões

de pessoas no mundo perderam seus empregos por causa da crise do coronavírus, segundo estudo feito pela Universidade de Sydney, na Austrália. Os prejuízos gerados 
pela pandemia chegaram a US$ 3,8 trilhões 
 

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