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Estado de Minas MERCADO S/A

Congresso e governo dão 1º passo para a reforma tributária

Foi selado acordo para criação de comissão mista que aprofundará discussões em torno das novas regras tributárias


postado em 19/12/2019 04:00 / atualizado em 19/12/2019 08:50

(foto: Marcos Brandão/Senado Federal)
(foto: Marcos Brandão/Senado Federal)

Apesar da tradicional letargia política no final de ano, a reforma tributária deu um passo importante nesta semana. O ministro da Economia, Paulo Guedes, selou um acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-AP), e lideranças partidárias para a criação de uma comissão mista que deverá aprofundar as discussões em torno das novas regras tributárias e consolidar um texto de consenso em até 90 dias. Apesar dos desafios e interesses em jogo, a expectativa é promulgar a proposta no primeiro semestre de 2020. Se isso de fato acontecer, significará uma grande vitória par a o gove rno e para o Brasil. O cipoal de impostos é um dos principais entraves para o crescimento do país, inibindo o empreendedorismo e afastando investidores. Sem a simplificação do sistema tributário, será impossível transformar o ambiente de negócios brasileiro.

Paulo Guedes e Flávio Rocha  defendem novos modelos de impostos
O ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu que o governo estuda a criação de um imposto sobre transações digitais. “O brasileiro poderá fazer pagamentos daqui a um ano com celular, encostando um aparelho em outro”, disse Guedes. “Então, a transação digital precisa ter algum imposto.” O conceito é parecido com o modelo defendido pelo sócio da Riachuelo, Flávio Rocha, que prega um imposto único sobre toda transação comercial. Para ele, a proposta é moderna, capaz de combater a informalidade.

607%foi quanto subiram as ações da Eucatex em apenas três sessões. A empresa, que é controlada pela família do político Paulo Maluf, não sabe explicar os motivos da disparada

Fast Shop aposta no crescimento da região Nordeste

(foto: Maria Tereza Corrêia/EM/D.A Press )
(foto: Maria Tereza Corrêia/EM/D.A Press )
O Nordeste entrou da mira das grandes redes varejistas. Depois de Magazine Luiza e Via Varejo anunciarem a abertura ou remodelação de lojas na região, a Fast Shop, especializada no mercado de eletrodomésticos e eletroeletrônicos, segue o mesmo roteiro. Hoje, a empresa inaugura sua primeira unidade na Paraíba, a 102ª da empresa no país. A Paraíba tem apresentado bons indicadores econômicos. Entre 2010 e 2017, seu PIB acumulado cresceu 12,9%, uma das melhores performances do Brasil.

RAPIDINHAS
» A reforma trabalhista do governo Michel Temer está causando sérios danos aos sindicatos. Segundo a Pesquisa Nacional de Domicílios (PNAD Contínua), 12,5% dos trabalhadores do país são sindicalizados. É o menor índice desde 2012. Entre 2017 e 2018, no primeiro ano de vigência da reforma, 1,5 milhão de pessoas deixaram de ser sindicalizadas.

» Os empresários estão empolgados com as perspectivas para a economia. Em dezembro, o Índice de Confiança do Empresário Industrial, medido pela Confederação Nacional da Indústria, alcançou 64,3 pontos. O resultado do indicador é o maior para o mês desde 2010, ano em que o PIB brasileiro cresceu 7,5%.

» O Nubank continua sua investida para oferecer os mesmos serviços dos bancos tradicionais. Depois de liberar o pagamento de assinaturas da Netflix e do Spotify Premium com a função débito, agora a fintech fará o mesmo para os clientes que usarem os aplicativos da Uber e iFood. A iniciativa, porém, só irá estrear em fevereiro do ano que vem.

» Nada como uma aquisição de peso para animar os investidores. Ontem, as ações da Fras-le, subsidiária da Randon, chegaram a subir 20% após a empresa relatar a compra da distribuidora de autopeças Nakata por R$ 457 milhões. É o maior investimento da história da Fras-le, especializada em produtos voltados para freios.


Fiat e PSA terão 21% 
do mercado brasileiro

A fusão da italiana Fiat Chrysler com a francesa PSA (dona da Peugeot e Citroen) vai mudar o jogo de forças no mercado brasileiro de automóveis. Juntas, as duas empresas terão algo como 21% do mercado nacional, o suficiente para ultrapassar a Chevrolet, dona de uma fatia de 18%.


(foto: Washington Alves/AE )
(foto: Washington Alves/AE )

"O Brasil vai crescer de forma espetacular no próximo ano", Salim Mattar, secretário especial de Desestatização do Ministério da Economia

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