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Estado de Minas MERCADO S/A

Ex-ministro Eduardo Guardia afirma que o país caminha na direção certa

Guardia fez um diagnóstico do cenário econômico e considera vital o avanço do ponto de vista das reformas para o crescimento da economia


postado em 04/12/2019 04:00 / atualizado em 04/12/2019 08:32

(foto: José Cruz/Agência Brasil)
(foto: José Cruz/Agência Brasil)
 

Eduardo Guardia: “Precisamos priorizaras privatizações e concessões”

Ex-ministro da Fazenda do governo Temer e atual presidente do BTG Pactual Asset Management, Eduardo Guardia participou ontem do evento “Perspectivas 2020”, realizado em São Paulo. Guardia fez um diagnóstico do cenário econômico e falou sobre o que considera vital para o país. “O Brasil avança do ponto de vista das reformas, que começaram em meados de 2016”, disse ele. “Havia uma brutal desorganização na área fiscal. Com as reformas, passamos a andar na direção certa, de equilíbrio de gastos.” O ex-ministro defendeu a continuidade da agenda para a redução do tamanho do Estado e da máquina pública, ressaltando que a nova política econômica não pode baixar a guarda.  “Precisamos admitir que o modelo estatal não deu certo e priorizar as privatizações e concessões”, disse. “É fundamental tornar o ambiente de negócios mais amigável. Isso vai fortalecer os investimentos privados, principalmente em infraestrutura”.

Ilan Goldfjan: “O setor privado tem mais condições de puxar a economia”

Eduardo Guardia dividiu o palco do evento “Perspectivas 2020” com o ex-presidente do Banco Central Ilan Goldfjan, seu colega no governo Temer. O debate entre eles foi marcado pelo otimismo. “A inflação está controlada, os juros caíram e o setor privado tem mais condições de crescer e puxar a economia”, disse Goldfjan. Ele também defendeu a continuidade da agenda reformista e destacou a necessidade de mudança do setor tributário para melhorar o ambiente de negócios do país.
 

Precisamos entender que o PIB vai crescer, mas não vai bombar. O governo não pode gastar mais. Por isso, o crescimento está nas mãos da iniciativa privada. O empresário é cauteloso, estuda, avalia. É o dele que está na reta. Vamos crescer de maneira responsável, com os pés no chão

Raphael Figueredo, sócio da Eleven Financial

 

Flávio Rocha se impressiona com inovação chinesa

O empresário Flávio Rocha, presidente do conselho da Riachuelo, está impressionado com os avanços tecnológicos na China. “Visitei o país e o que acontece por lá é incrível”, diz. Segundo Rocha, empresas como a gigante de comércio eletrônico Alibaba vão dominar o mundo. “A inteligência artificial desenvolvida por eles considera 8 mil variáveis para conceder crédito. No Brasil, os bancos avaliam oito variáveis”. Não é difícil entender por que os chineses lideram a corrida tecnológica global.
 

Vendas de carros podem quebrar recorde em dezembro

A indústria automotiva começou a acelerar para valer. Segundo Paulo Cardamone, presidente da consultoria Bright Consulting, especializada no setor, as projeções mostram que em dezembro serão vendidas, em média, 11,9 mil unidades por dia – um recorde. Ele também espera que o ano termine com 2,66 milhões de veículos leves emplacados, o que significará um crescimento de 7,7% na comparação com 2018. Para 2020, a expectativa é chegar a 2,85 milhões de carros vendidos.

RAPIDINHAS


• A gestora de fundos de private equity BR Opportunities e a Performa Investimentos se uniram para criar a gestora de venture capital X-8 Investimentos. A parceria prevê a realização de aportes em empresas com receita anual entre R$ 20 milhões e R$ 150 milhões, especialmente das áreas de consumo, tecnologia, saúde, varejo e logística.

• A holding Exor, dona da Fiat, da Ferrari e do clube de futebol Juventus, comprou, por 102,4 milhões de euros, 43,78% das ações do grupo editorial Gedi, que edita dois dos principais jornais do país (La Repubblica, de Roma, e La Stampa, de Turim), além de inúmeras revistas, incluindo a semanal L’Espresso.

• Os carros elétricos em breve dominarão a indústria automotiva, certo? Não é bem assim. Um estudo realizado pelo MIT estimou que veículos desse tipo podem demorar mais de uma década para atingir o mesmo preço dos automóveis movidos a gasolina. O motivo: o alto custo das baterias de íon-lítio.

• A nova operação da Uber no Brasil é o aluguel de patinetes elétricos, que começaram a circular ontem em Santos, no litoral paulista. Segundo a empresa, o usuário paga R$ 1,50 para desbloquear o serviço e R$ 0,75 por minuto rodado. Ainda não há previsão de instalação do serviço em outras cidades brasileiras. Nos Estados Unidos, a Uber é forte neste segmento.

2,9% foi quanto cresceu, em outubro, o Indicador de Atividade do Comércio na comparação com o mesmo mês do ano passado. O índice medido pela Serasa Experian é mais um sinal da retomada econômica

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