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Estrangeiros começam a olhar com mais atenção para o Brasil

Avanço da agenda reformista explica a recomendação de três grandes bancos internacionais para compra de ações de empresas brasileiras


postado em 25/11/2019 04:00 / atualizado em 25/11/2019 08:03

(foto: Jefferson Bernardes/Agência Preview)
(foto: Jefferson Bernardes/Agência Preview)

Nos últimos dias, três grandes bancos internacionais – os americanos JP Morgan e Morgan Stanley e o suíço UBS – produziram relatórios que recomendam a compra de ações de empresas brasileiras. Depois de certa desconfiança, a turma do exterior começa a reconhecer a eficácia da política econômica liderada pelo ministro Paulo Guedes. Três fatores chamaram a atenção dos analistas. O primeiro deles é o avanço da agenda reformista. Embora nos últimos meses não houvesse mais dúvidas sobre a aprovação das novas regras para a aposentadoria, a Reforma da Previdência foi promulgada apenas no dia 12 de novembro – e os estrangeiros, ao contrário dos brasileiros, só se animaram quando o projeto foi sacramentado no Congresso. O segundo aspecto diz respeito ao avanço do PIB. Todas as projeções mostram que o Brasil é o país da América Latina com a maior expectativa de crescimento entre 2019 e 2020. Por fim, os estrangeiros acham que o ciclo será duradouro, o que irá valorizar as ações das empresas.


 

A eficiente simplicidade de José Galló

 

José Galló, o executivo que durante quase três décadas liderou a varejista gaúcha Renner e que atualmente é o presidente do conselho da empresa, deu uma explicação interessante para justificar a sua notável trajetória profissional: simplicidade. “Ser simples é muito difícil”, disse, em evento promovido pela XP. “Para você ser rápido, não pode ser complexo. Eu era complexo. Antes de transformar a Renner, tive que me transformar primeiro.” 

 

Empresários estão com o governo, 
mas partido do três oitão assusta

 

O painel construído com cartuchos de armas e que foi exibido no lançamento do Aliança pelo Brasil, o novo partido do presidente Jair Bolsonaro, incomodou empresários. “Essa imagem me pareceu um desnecessário tributo à violência”, disse o sócio de uma rede de shoppings, em um grupo de WhatsApp. “Com isso, o presidente corre o risco de afastar os mais moderados e ficar só com os radicais”, falou um executivo do varejo, que ressaltou o apoio irrestrito à política econômica.

 

Xiaomi abre loja em São Paulo 
e tem planos para o Rio

 

A chinesa Xiaomi tem planos ambiciosos para o Brasil. No último sábado (23), a empresa abriu a sua segunda loja oficial no país, também em São Paulo. A unidade conta com 250 produtos, como smartphones, patinetes, bicicletas elétricas, mochilas e luminárias. Embora a companhia não forneça informações oficiais, fontes do mercado afirmam que a ideia dos chineses é expandir a atuação para outros estados, começando pelo Rio de Janeiro.

 

(foto: Marcos Vieira/EM/D.A Press - 3/4/10)
(foto: Marcos Vieira/EM/D.A Press - 3/4/10)
 

 

 

10% foi a queda do volume de livros vendidos no Brasil entre janeiro e outubro de 2019 na comparação com o mesmo período do ano passado. O dado preocupa, principalmente em um ano marcado pelo início da retomada econômica

 

Tenho viajado o país inteiro e as empresas estão com projetos excepcionais na gaveta e esperam uma sinalização mais forte do governo para investir” - Octavio de Lazari, presidente do Bradesco 


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