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Estado de Minas MERCADO S/A

Os sinais cada vez mais claros da recuperação econômica

Para fechar o rosário de boas notícias, a bolsa de valores de São Paulo teve ontem mais um pregão histórico, renovando seus recordes


postado em 23/10/2019 04:00 / atualizado em 23/10/2019 09:12

Bolsa de Valores de São Paulo(foto: Luiz Prado/Divulgação)
Bolsa de Valores de São Paulo (foto: Luiz Prado/Divulgação)

Na semana passada, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) informou que abertura de vagas formais de trabalho foi a maior para o mês de setembro desde 2013. Também há alguns dias, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) detectou aumento da intenção do consumo das famílias. Ontem, o IBGE divulgou que o IPCA-15, uma prévia da inflação oficial, variou 0,09% em outubro – o menor percentual para o mês em 21 anos. No mesmo dia, a Secretaria da Receita do Ministério da Economia revelou que a arrecadação federou somou R$ 113,9 bilhões em setembro, o maior volume para o período desde 2013. Para fechar o rosário de boas notícias, a bolsa de valores de São Paulo teve ontem mais um pregão histórico, renovando seus recordes. Por mais que muita gente não queira enxergar, a economia está, sim, melhorando. Os sinais estão cada vez mais claros – e isso, apesar de toda a confusão em Brasília.

Natura 1: a ordem é combater o uso do plástico

A Natura está engajada no combate ao uso do plástico. Há alguns dias, criou um desafio global para encontrar soluções na produção de materiais renováveis. O objetivo é que startups, empreendedores e universidades apresentem projetos que possam ser adotadas pela empresa. Para que as ideias saiam do papel, a Natura vai financiar as melhores inovações. O plástico é um dos maiores desafios ambientais do planeta. No Brasil, apenas 1,2% do lixo plástico é reciclado.

Natura 2: O plágio de Silvio Santos

A fabricante de cosméticos Jequiti, que pertence ao Grupo Silvio Santos, terá que pagar indenização à Natura por ter copiado produtos com a expressão “erva-doce”. No processo, a Natura afirmou que o Grupo Jequiti vendia produtos que violavam direitos de propriedade industrial. “A utilização indevida de seus signos identificadores atinge frontalmente seu nome e sua reputação”, afirmou o ministro Luis Felipe Salomão, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Chineses querem açúcar e etanol do Brasil

O grupo chinês Cofco, um dos principais processadores de alimentos do país, vai investir em quatro plantas de açúcar no Brasil. O presidente da companhia, Jun Lyu, confirmou a estratégia à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, em Pequim. Os investimentos podem superar R$ 2 bilhões em cinco anos e a ideia é criar um grupo de trabalho para debater o comércio entre as duas nações. Jun Lyu afirmou que virá ao Brasil, no mês que vem, para a Cúpula do Brics.

RAPIDINHAS


• A Amazon lançou, no último fim de semana, seu primeiro comercial na TV brasileira. A campanha é focada em duas tecnologias recém-chegadas ao país: a caixa de comando por voz Echo e a assistente pessoal Alexa. Criada pela agência WMcCann, a propaganda tem a música Tempos modernos, de Lulu Santos, como tema de fundo.

• A obsessão dos brasileiros por redes sociais mudou o jeito de fazer publicidade no país. Segundo um estudo da ComScore, o Brasil é o país da América Latina com a maior incidência de conteúdo patrocinado nas redes sociais. O índice é alto: de cada 10 postagens feitas nas redes sociais, quatro foram patrocinadas por um anunciante.

• As regras tributárias do país são um estorvo para as empresas. Segunda pesquisa da consultoria Arquivei, 63% das companhias recebem notas fiscais com algum erro. As falhas mais frequentes são escolha indevida do regime fiscal e definição incorreta de código de serviço – problemas que se devem, em parte, ao emaranhado de tributos do país.

• A Embracon, uma das maiores administradoras de consórcio do país, vai lançar um programa de apoio a startups. Chamado de Inova, ele pretende estimular a criação de projetos que tragam soluções para a administradora. As startups selecionadas deverão assinar um contrato de exclusividade de seis meses com a empresa.

US$ 335 bilhões

é quanto vão movimentar, em 2025, os cinco setores da economia compartilhada (mobilidade, hospedagem, streaming de conteúdo, empréstimos entre pessoas e profissionais sob demanda), segundo estudo da PwC. Se confirmado, o número representará um crescimento de 2.133% em 12 anos


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