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Estado de Minas MERCADO S/A

Só 13% das empresas são lideradas por mulheres

Estudo analisou 532 companhias de diferentes setores sediadas no Brasil, América do Norte e Europa, concluindo que a igualdade de gênero nas corporações é uma ilusão


postado em 16/10/2019 06:00 / atualizado em 16/10/2019 07:55


(foto: NASA/Divulgação )
(foto: NASA/Divulgação )


Por mais que nos últimos anos as mulheres tenham conquistado espaço no mercado de trabalho, elas ainda têm um longo caminho a percorrer. A terceira edição do estudo “Panorama da Mulher 2019”, feito pela consultoria Talenses em parceria com o Insper, analisou 532 companhias de diferentes setores sediadas no Brasil, América do Norte e Europa. Os números revelam que a igualdade de gênero nas corporações é uma ilusão: apenas 13% das empresas têm profissionais do sexo feminino ocupando a presidência.

Na medida em que o nível hierárquico cai, a participação delas aumenta: 23% das empresas têm mulheres nos cargos de vice-presidência e 26% na cadeira da diretoria. Alguns setores representam uma barreira quase intransponível.

Na indústria, só 6% das empresas são lideradas por mulheres. No estudo, a Talenses ressalta que os obstáculos não fazem sentido. Quando elas ocupam cargos de liderança, aumentam as perspectivas de crescimento econômico e a boa reputação das empresas.


No país da Taurus, Glock leva a melhor

A fabricante austríaca de armas Glock foi escolhida para fornecer 40 mil pistolas semiautomáticas calibre .40 para a Polícia Militar de São Paulo. Outras 10 mil deverão ser incluídas no contrato. Cada arma saiu por R$ 891,66 e o negócio totalizou R$ 35,7 milhões.  Em 2011, quando a PM paulista fez a última aquisição de pistolas da brasileira Taurus, o preço unitário foi de R$ 1.901, segundo a corporação, e de R$ 1.249,91, conforme a empresa gaúcha.
 
 

Educação 1: Kroton ensina a encontrar emprego

A Kroton, um dos maiores grupos de educação do mundo, fechou parceria com a startup Meu Entrevistador para que seus alunos e ex-alunos consigam encontrar emprego de forma mais rápida. Por meio de uma plataforma on-line, serão usadas ferramentas de vídeos com simulações de entrevistas de emprego e dicas de profissionais da área de Recursos Humanos. Até agora, 800 alunos acessaram a plataforma, sendo que 64,5% são mulheres.
 
Educação 2: Dono do grupo Estácio negocia compra do IBMEC

(foto: Marcos Mesquita/IBMEC/Divulgação)
(foto: Marcos Mesquita/IBMEC/Divulgação)
A educação continua a ser um dos setores mais dinâmicos do país. Dono da Universidade Estácio, o grupo carioca Yduqs negocia a compra da americana Adtalem Brasil que, entre outras marcas, detém o renomado IBMEC. A operação, segundo informações do portal Exame, gira em torno de R$ 2 bilhões. O negócio da educação prospera no país. Desde 2008, foram realizadas 300 fusões e aquisições envolvendo empresas da área de ensino.

39%
dos brasileiros são favoráveis às privatizações, segundo pesquisa da XP/Ipespe. No levantamento anterior, feito em julho, o número era 33%

 
 
 
(foto: Netflix/Divulgação)
(foto: Netflix/Divulgação)

“Você não pode ter como alvo ser uma empresa do Vale do Silício. Eu já viajei por todo o mundo e vi inovações em todos os lugares”

Marc Randolph 
cofundador da Netflix



rAPIDINHAS

»  Um estudo da Salesforce, maior empresa do mundo de gestão de relacionamento com o consumidor, mostra como deve ser o comportamento do varejo até o fim do ano: o que mais influenciará a decisão de compra são frete grátis, códigos promocionais e a qualidade dos aplicativos. Este último item só reforça a nova mentalidade digital dos brasileiros.

» A onda de alimentos saudáveis, que ganhou força em 2019, turbinará os resultados de muitas empresas. A rede brasileira Bio Mundo, especializada nesse mercado, espera fechar o ano com crescimento de 60% na comparação com 2018. Para 2020, a meta é inaugurar 60 lojas no país.

»  A farmacêutica paranaense Prati-Donaduzzi deu mais um passo para a internacionalização. A partir de 2020, terá uma unidade de negócios nos Estados Unidos ou Canadá – o local exato ainda será definido. Segundo a empresa, a unidade terá como foco licenciar medicamentos focados no cérebro humano.

»  A maré está favorável para os cruzeiros. Segundo a divisão brasileira da Cruise Lines International Association (CLIA), o número de passageiros no primeiro semestre aumentou 16% na comparação com o desempenho registrado entre janeiro e junho de 2018, chegando a um volume de 401 mil turistas. A costa do Brasil respondeu por 73% das compras no período. 
 


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