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Refinaria de Manguinhos tenta fugir da cassação de sua inscrição estadual

Por ter dado calote bilionário ao fisco em São Paulo, a Refinaria de Manguinhos teve o pedido de cassação encaminhado pela PGE


postado em 02/10/2019 04:00 / atualizado em 02/10/2019 08:20

(foto: Diego Baravelli/Divulgação )
(foto: Diego Baravelli/Divulgação )


A Refinaria de Manguinhos conta com o apoio, a peso de ouro, do ex-advogado-geral da União Luís Inácio Adams, e do ex-ministro do STF Carlos Ayres Britto, para defender a empresa da iminente cassação de sua inscrição estadual em São Paulo, por calote bilionário ao fisco (cerca de R$ 3,5 bilhões). O pedido de cassação foi feito pela PGE/SP e a decisão está a cargo do presidente da STF, Dias Toffoli.

Somente em 2018, a empresa gastou R$ 49 milhões em honorários advocatícios, valor muito superior ao da folha de pagamento. Enquanto isso, no Rio de Janeiro, um administrador de Manguinhos, Jorge Luiz Cruz Monteiro, foi considerado pela Justiça “em local incerto e não sabido”, após não ter sido localizado para receber intimação em ação penal sobre o mesmo motivo: calote de impostos.

Para completar a saga, o pai e o tio de Ricardo Magro, dono de Manguinhos, foram denunciados, no mês passado, pelo Ministério Público carioca pelo mesmo crime. Segundo a Promotoria, João Manuel Magro e Manuel Joaquim Andrade, por meio da distribuidora Tiger Oil, ligada ao grupo, deram calote de quase R$ 500 milhões aos cofres do estado do Rio de Janeiro.
 
 
(foto: Washington Alves/Light Press/AE)
(foto: Washington Alves/Light Press/AE)

"Ao longo da minha vida empresarial, eu aprendi uma coisa: meu maior concorrente sempre foi o Estado brasileiro”
Salim Mattar, secretário especial de Desestatização, Desenvolvimento e Mercados do Ministério da Economia e fundador da Localiza

RAPIDINHAS

» Os millennials e a geração Z estão enchendo os bolsos da indústria musical. Segundo estudo do banco Goldman Sachs, o público entre 18 e 34 anos gasta US$ 163 por ano para consumir música, mais do que outras faixas etárias. Não à toa, o faturamento desse mercado deverá dobrar até 2030, chegando a US$ 131 bilhões.

» A paixão dos jovens por música tornou o Spotify um fenômeno da indústria cultural. Maior aplicativo de músicas do mundo, tem 108 milhões de assinantes e faturou no segundo trimestre do ano US$ 1,9 bilhão, 31% a mais do que no mesmo período de 2018. Além do streaming de música, o Spotify tem crescido no embalo dos podcasts, a nova onda do mercado.

» Um estudo da consultoria Manhattan Associates concluiu que 39% dos consumidores trocam de varejista se o tempo de entrega é maior do que consideram aceitável. Segundo a pesquisa, a infidelidade gerada por gargalos logísticos só pode ser resolvida com investimentos em novas tecnologias, especialmente Inteligência Artificial.

» O YouTube lançará no ano que vem, em parceria com a consultoria Kantar, uma premiação voltada a marcas e agências que veiculam as campanhas publicitárias mais criativas na plataforma de vídeos. Chamado de YouTubeWorks Awards, o evento já é realizado em países como Estados Unidos e Inglaterra.


US$ 7 bilhões

é quanto a Oi pode levantar com a venda de 
ativos, segundo projeções feitas pelo BTG Pactual. 
Em recuperação judicial desde 2016, a empresa enfrenta grave crise financeira
 
 

Hering quer revitalizar a marca infantil PUC
A Hering tem planos ambiciosos para a sua grife infantil PUC, que em 2019 completa 40 anos. A partir de janeiro de 2020, a empresa vai apresentar um novo modelo de loja, que será maior e, segundo a empresa, “mais dinâmico”. Os espaços vão sair dos atuais 40 metros quadrados para áreas entre 100 e 150 metros quadrados. A ideia é competir com os grandes magazines, que nos últimos anos roubaram clientes das lojas menores ao oferecer preços mais baixos.


PetroRio amplia investimentos
A PetroRio está se consolidando como uma importante produtora de petróleo. Nesta semana, a empresa anunciou a terceira fase de revitalização do Campo de Polvo, na região da Bacia de Campos, no Rio. A nova campanha de perfuração de até quatro poços exigirá investimentos de US$ 20 milhões, com potencial para adicionar entre 3 milhões e 6 milhões de barris de óleo às reservas do campo. Em 2019, as ações da empresa subiram 70%.
 
(foto: Audi/Divulgação )
(foto: Audi/Divulgação )
 

A nova manobra da Audi
Para turbinar a operação no Brasil, a alemã Audi vai investir no segmento de usados e seminovos. A empresa acaba de lançar a plataforma on-line Audi Approved Plus para vender veículos de segunda mão. “É uma iniciativa que faz parte da nossa nova estratégia de expansão e representa a oportunidade de oferecer uma experiência premium aos clientes e qualquer interessado pela marca”, diz Daniel Rojas, diretor de vendas da Audi do Brasil.


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