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Maioria dos empregos criados em 2019 é de baixa remuneração

Apesar do nível de ocupação alcançar o melhor resultado desde o início da série histórica, em 2012, empregos contemplam até dois salários mínimos


postado em 19/09/2019 04:00 / atualizado em 19/09/2019 07:47

(foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press %u2013 25/3/19 )
(foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press %u2013 25/3/19 )
Esqueça a queda da Selic, a redução da taxa juros nos Estados Unidos e os resultados da bolsa. O indicador mais importante para a realidade do brasileiro comum foi divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com o levantamento, o nível de ocupação alcançou o melhor resultado desde o início da série histórica, em 2012. No trimestre encerrado em julho, o número de pessoas ocupadas chegou a 93,6 milhões. O recorde anterior era de 92,4 milhões empregados, alcançado em dezembro de 2014, antes do agravamento da crise econômica. No acumulado de 12 meses encerrados em julho, foram criados 521 mil empregos – um bom avanço, inegavelmente. A má notícia é que quase todas as vagas criadas em 2019 são de baixa remuneração, de até dois salários mínimos. Além disso, o estudo também constatou o aumento da desigualdade de renda domiciliar do trabalho. Ou seja, o cenário melhorou, mas não muito. O caminho é longo.
 
 
(foto: pedro abreu/divulgação)
(foto: pedro abreu/divulgação)

Uma empresa brasileira No Super Bowl
 Evento esportivo de maior audiência na TV americana, o Super Bowl terá pela primeira vez a participação de uma empresa brasileira. Trata-se da OakBerry, rede nascida em São Paulo e especializada na venda de açaí. A empresa vai montar um quiosque no Hard Rock Stadium, casa do Miami Dolphins, durante a final da NFL (principal liga de futebol americano), marcada para 2 de fevereiro de 2020. Com mais de 150 franquias espalhadas pelo mundo, a OakBerry é forte no mercado americano.


"O dinheiro que ganhamos hoje não é para manter o mês. É para manter toda a sua vida”
Gustavo Cerbasi, palestrante e consultor que já vendeu 2,5 milhões de livros sobre educação financeira
 
 

US$ 200 milhões

é quanto a Hyundai investiu no desenvolvimento da nova geração da família HB20, que chega neste mês às concessionárias brasileiras. A empresa quer acelerar as vendas do modelo, estabilizadas em 105 mil unidades por ano desde 2016
 
 

Porto Seguro busca fontes alternativas de receitas

A estagnação do mercado brasileiro de seguros de automóveis, setor que encolheu 0,5% no primeiro semestre, levou a Porto Seguro, uma das maiores do ramo no país, a lançar fontes alternativas de negócios. Uma deles, chamada de Reppara!, consiste na assinatura mensal de serviços emergenciais para residências. A nova área, porém, não decolou. “Consertar vazamentos pode custar mais caro do que a assinatura anual, mas as pessoas não fazem esse tipo de planejamento”, diz um executivo da empresa.

Creditas desembarca no México

A Creditas, plataforma de crédito on-line, vai iniciar a expansão internacional. Criada em 2012 pelo empresário espanhol Sérgio Fúrio, a fintech escolheu o México como próximo destino, com previsão de estreia das operações ainda em 2019. Avaliada em US$ 700 milhões, a Creditas emprestou US$ 500 milhões nos últimos sete anos e fecha, em média, 100 contratos por mês. Fúrio tem uma história curiosa. Sem falar português, escolheu o Brasil para empreender após pesquisar oportunidades de mercado.
 
 

RAPIDINHAS

» A indústria brasileira da fidelidade está em alta. De acordo com a Abemf, a associação do setor, o número de cadastros em programas de fidelização chegou a recordistas 132 milhões. “Estamos passando por uma revolução”, diz Roberto Chade. presidente da entidade. O setor faturou R$ 3,7 bilhões nos seis primeiros meses do ano.

»  Um dos principais vilões do meio ambiente, o plástico está na mira das empresas. O Grupo Telles, de Pernambuco, vai lançar a água mineral Naturágua Eco em embalagem mais leve, com 9 gramas de plástico. Em média, as garrafas do mercado utilizam de 13 a 15 gramas.

» A onda do consumo consciente favorece os brechós. Segundo estudo da empresa de análise de varejo GlobalData, as vendas de peças usadas movimentam US$ 24 bilhões no mundo. Em 2023, o valor deverá dobrar, chegando a US$ 51 bilhões. O mesmo estudo revelou que 64% das mulheres com mais de 18 anos pensam em comprar um produto usado.

» A fabricante catarinense de motores WEG vai gerar energia elétrica a partir do lixo. A tecnologia consiste em gaseificar resíduos sólidos e transformá-los em vapor que, na sequência do processo, é usado no acionamento das turbinas de energia. Segundo a empresa, a gaseificação é o modelo mais indicado para o lixo brasileiro, rico em orgânicos.
 


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