Greve dos professores: audiência na Justiça do Trabalho termina sem acordo
Movimento começou na última quarta-feira (16/9). Sem acordo na Justiça do Trabalho, uma assembleia marcada para esta terça (22/9) vai definir os rumos da paralisação
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A audiência entre os sindicatos patronal e dos professores no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), nesta segunda-feira (21/9), terminou sem acordo.
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Segundo o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro Minas), o Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino de Minas Gerais (Sinepe-MG) agora concorda em assinar o acordo para uma única Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), desde que os professores aceitem alterar duas cláusulas do documento: querem o fim da isonomia salarial e a mudança da indenização por redução de carga horária.
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O Sinpro Minas, que representa os docentes, lembrou que a categoria já rejeitou essas propostas mas irá submetê-las à assembleia amanhã. O impasse nas negociações vai agora para julgamento no Tribunal Regional do Trabalho, sem data definida ainda.
O principal ponto de divergência entre os professores e o sindicato patronal é a proposta de dividir a atual CCT em dois documentos: um para a educação básica e outro para o ensino superior. A categoria rejeita a mudança e defende a renovação da convenção unificada.
A nova assembleia da categoria será realizada nesta terça-feira (22/9), às 9h30, no auditório da Fundação de Educação, Artes e Cultura (Fundac), localizado na Rua Diamantina, 463, bairro Lagoinha, para avaliar a continuidade da greve.
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Início da greve
A greve dos professores da rede particular de Belo Horizonte e região teve início na última quarta -feira (16/9) depois da assembleia organizada pelo Sinpro Minas. Na sexta-feira (18/9), cerca de 700 docentes de várias escolas da capital participaram de uma nova assembleia e decidiram manter a paralisação por tempo indeterminado.