SIGA O EM

Ao esticar inquérito de Aécio, ministro Gilmar Mendes reclama de 'atraso das investigações'

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.
[{'id_foto': 1088420, 'arquivo_grande': '', 'credito': 'George Gianni/PSDB', 'link': '', 'legenda': '', 'arquivo': 'ns62/app/noticia_127983242361/2016/11/24/826613/20161124144532874500i.JPEG', 'alinhamento': 'left', 'descricao': ''}]

postado em 24/11/2016 14:31 / atualizado em 24/11/2016 14:47

Agência Estado

George Gianni/PSDB
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou por mais 60 dias o inquérito que investiga o envolvimento do senador Aécio Neves (PSDB) em um suposto esquema de corrupção em Furnas. A decisão de Gilmar Mendes atende a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para a extensão do prazo para a conclusão das investigações.

Ao estender o prazo, o ministro Gilmar Mendes criticou a demora na apuração. "Registro que houve atraso no desenvolvimento das investigações”, anotou Gilmar Mendes. "Ficam a autoridade policial e o Ministério Publico Federal instados a observar os prazos de tramitação, nesta e em todas as investigações supervisionadas por este relator."

O tucano é suspeito de receber propina do ex-diretor de Furnas, Dimas Toledo, em um esquema de desvio de recursos na estatal semelhante ao investigado pela Lava Jato. O caso já havia sido relatado nas delações do lobista Fernando Moura e do doleiro Alberto Youssef.

Segundo o ministro, os autos foram remetidos à Corregedoria-Geral da Policia Federal para inquirição de três testemunhas, interrogatório do investigado e requisição e juntada de documentação.

Gilmar descreveu, na decisão, o andamento da investigação. O ministro afirmou que a remessa dos autos à Corregedoria-Geral da Polícia Federal foi feita em 10 de junho deste ano e, após redistribuição interna, os autos foram despachados em 11 de julho, "mais de mês após a remessa".

"As inquirições não foram realizadas ou agendadas. Solicitada a prorrogação do prazo, foram os autos enviados à Procuradoria-Geral da Republica, em 7 de outubro de 2016. A devolução ocorreu somente em 17 de novembro de 2016", observou Gilmar Mendes.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
600
 
laercio
laercio - 27 de Novembro às 09:23
Vai para o arquivo morto.