SIGA O EM

Em sessão tensa, relatório da CCJ que nega processo contra Pimentel é lido na Assembleia

Comissão da ALMG aprovou na semana passada parecer do relator que recusa pedido do Superior Tribunal de Justiça

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.
[{'id_foto': 1086706, 'arquivo_grande': '', 'credito': 'Willian Dias/ALMG\n ', 'link': '', 'legenda': '', 'arquivo': 'ns62/app/noticia_127983242361/2016/11/16/824194/20161116185250933878o.jpg', 'alinhamento': 'center', 'descricao': ''}, {'id_foto': 1086707, 'arquivo_grande': '', 'credito': 'Sarah Torres/ALMG', 'link': '', 'legenda': '', 'arquivo': 'ns62/app/noticia_127983242361/2016/11/16/824194/20161116185627716897o.jpg', 'alinhamento': 'center', 'descricao': ''}]

postado em 16/11/2016 15:09 / atualizado em 16/11/2016 19:09

Marcelo Ernesto

Sarah Torres/ALMG

Com sessão tensa, o relatório da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) sobre a autorização ao processo judicial contra o governador Fernando Pimentel (PT) foi recebido e lido na tarde desta quarta-feira. O texto, de autoria do deputado Rogério Correia (PT) foi aprovado na última sexta-feira e nega a autorização para investigar o governador.

O relatório será publicado no Diário do Legislativo nesta quinta-feira  e discutido durante seis sessões seguidas, antes de ser votado pelos deputados. A previsão é que a votação ocorra no começo da próxima semana. Para amanhã estão previstas duas sessões – durante a tarde e a noite -, para tratar do tema.

Durante a leitura, feita pelo 1º secretário, deputado Ulysses Gomes, cerca de 150 manifestantes das policias Civil e Militar, de acordo com a assessoria da Assembleia, protestaram nas galerias. A sessão chegou a ser interrompida por alguns minutos devido o tumulto, mas logo foi retomada. O deputado João Leite (PSDB), que faz oposição ao governador, tentou suspender a reunião, mas a manobra não teve sucesso. “Eu não estou ouvido a leitura”, gritava, mesmo com o microfone desligado.

Logo após a leitura do parecer do relator a sessão foi encerrada pelo 1º vice-presidente Hely Tarqüínio (PV) por falta de quórum. Sobre a negativa de conceder a fala aos parlamentares durante a leitura do texto, ele afirmou que o procedimento estava de acordo com o que havia sido combinado anteriormente com os lideres. “Não concedemos a palavra de ordem aos parlamentares devido a situação do plenário e também porque alguns deputados não se comportaram de forma correta com o que havia sido combinado”, afirmou.

A oposição informou que vai apelar ao Judiciário para tentar barrar a tramitação do requerimento do STJ para processar Pimentel.

Tumulto e empurra-empurra

Do lado de fora da Assembleia houve tumulto. Manifestantes queimaram dois caixões em frente a Casa e ocorreu empurra-empurra entre alguns que protestavam no local e o deputado Paulo Guedes (PT) que precisou da polícia legislativa para escapar. A assessoria do parlamentar informou que ele ficou com hematomas e se dirigiu a um posto médico para ser atendido e passa bem. Os participantes do ato acusaram o parlamentar de ter os ter provocado com gestos obscenos. Ninguém chegou a ser preso.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
600
 
Rogério
Rogério - 18 de Novembro às 10:13
Na contramão do Brasil, assembleia de Minas apoia continuidade da corrupção.
 
Marcio
Marcio - 17 de Novembro às 11:39
Pergunto simplesmente: Se o Governador é inocente porque esta tentativa de blindagem ??????? Quem não deve não teme e é muito ridícula a posição dos seus aliados, estão tapando o sol com peneira e o o povo esta vendo.
 
Paulo
Paulo - 17 de Novembro às 11:15
Concordo Sérgio. Vamos lembrar os nomes dos deputados que estão apoiando o larápio! Absurdo o que estão fazendo "os representantes do Povo Mineiro".
 
sergio
sergio - 17 de Novembro às 10:09
Atenção eleitor, tirem as vendas da hipocrisia e anotem os nomes dos deputados que defendem esse asqueroso. Queremos esse rato na cadeia.