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Estado de Minas

Em primeiro turno, Câmara de BH aprova redução do salário de vice-prefeito e secretários

Votação em segundo turno deve ocorrer em 10 dias, segundo o presidente da Casa, vereador Wellington Magalhães


postado em 07/06/2016 16:36 / atualizado em 07/06/2016 18:33

(foto: Isabella Souto/EM/D.A Press )
(foto: Isabella Souto/EM/D.A Press )

Por 28 votos a seis, os vereadores de Belo Horizonte aprovaram na tarde desta terça-feira, em primeiro turno, o Projeto de Emenda à Lei Ogânica que reduz o salário do vice-prefeito, secretários municipais e secretários-adjuntos. Votaram contra apenas os vereadores Bispo Fernando (PSB), Preto (DEM), Elaine Matozinhos (PTB), Pele do Vôlei (PSB), Silvinho Rezende (PSB) e Valdivino (PSB). A proposta promete uma economia anual de R$ 3,2 milhões nos cofres públicos.

Inicialmente, o texto estabelece que eles não podem ganhar mais que vereadores. Um substitutivo, que será apresentado e que conta com o apoio dos líderes, fixa o salário do vice-prefeito como o mesmo dos parlamentares. O subsídio dos secretários ficaria limitado a 80% e o dos adjuntos a 70% do valor recebido pelos vereadores.

  Atualmente, vereadores recebem R$ 15.066,59. Se o projeto for aprovado, o subsídio dos secretários passaria de R$ 16.563,23 para R$ 12.053,27, uma redução de 27%. Já o dos adjuntos reduziria de R$ 13.596,68 para R$ 10.546,61, menos 22,4%. O vice-prefeito Délio Malheiros optou por não receber salário da prefeitura, mas ele teria direito a R$ 15.698,26 – são R$ 631,67 a mais que o recebido por vereadores. O projeto não trata da redução do salário do prefeito, que chega hoje a R$ 24.721,25, embora Lacerda devolva uma parte dele.

A previsão é que o projeto seja apreciado em segundo turno em cerca de 10 dias.

 Com informações de Flávia Ayer


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