O turismo no Rio de Janeiro deve manter um fluxo intenso ao longo de 2026, impulsionado por um calendário de feriados favorável e pela força de sua agenda de eventos. De acordo com levantamento do Visit Rio, as datas previstas para o ano têm potencial para movimentar cerca de R$ 3 bilhões na economia da cidade e gerar aproximadamente R$ 150 milhões em ISS. Serão 11 feriados, sendo sete prolongados, que ajudam a distribuir a demanda turística ao longo do ano e a sustentar o desempenho do setor até o próximo Réveillon.
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Para o presidente-executivo do Visit Rio, Luiz Strauss, os feriados são um dos fatores que mais beneficiam o planejamento do trade turístico e estimulam viagens de curta duração. “O calendário de 2026 cria uma sequência positiva de oportunidades para o turismo. As folgas prolongadas e bem distribuídas ajudam a manter a cidade em movimento, equilibrando períodos de alta e média temporada. É um cenário que beneficia toda a cadeia produtiva, da hotelaria ao comércio, passando por bares, restaurantes e transporte”, disse.
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Entre as datas com maior potencial de impacto, estão Páscoa (3 de abril), Dia do Trabalho (1 de maio), Tiradentes (21 de abril), Corpus Christi (4 de junho), Independência (7 de setembro), Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro) e Finados (2 de novembro) todos prolongados, com alta expectativa de ocupação na rede hoteleira. Juntos, esses períodos devem concentrar mais da metade do faturamento previsto para o ano.
No total, além de feriados nacionais, há três datas regionais e um que cai no fim de semana: São Sebastião (20 de janeiro), São Jorge (23 de abril) e Dia da Consciência Negra (20 de novembro) e a Proclamação da República (15 de novembro), quando a movimentação é fortemente impulsionada pelos próprios cariocas, que aproveitam o tempo livre para explorar a cidade, visitar pontos turísticos e circular entre praias, bares e eventos culturais.
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A base de cálculo é referente a um estudo realizado junto ao Ministério do Turismo no qual os valores utilizados em nosso cálculo são baseados no gasto médio per capita com despesas de hospedagem, alimentação, transporte no Brasil, compras pessoais e turismo na cidade; e não contempla informações de geração de emprego, ganho de fornecedores e outros.
