Brasil

Os 5 bordões mais famosos do jornalismo brasileiro na TV

De “Isto é uma vergonha” de Boris Casoy a “Aqui, agora” de Gil Gomes; relembre as frases que marcaram época e se tornaram inesquecíveis na memória popular

Publicidade
Carregando...

O jornalismo televisivo brasileiro é marcado por vozes e rostos que se tornaram parte do dia a dia de milhões de pessoas. Mais do que informar, alguns comunicadores criaram verdadeiras marcas registradas com frases que saíram das telas e entraram para o vocabulário popular. São os famosos bordões, expressões que carregam a personalidade do jornalista e o tom da notícia.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

Essas frases curtas e de impacto ajudaram a definir estilos e épocas da nossa televisão. De cumprimentos solenes a desabafos indignados, elas se transformaram em símbolos que, até hoje, são lembrados e repetidos pelo público. Relembre a seguir cinco dos bordões mais icônicos do telejornalismo nacional.

Leia Mais

1. “Isto é uma vergonha!”

A frase, eternizada pelo jornalista Boris Casoy, tornou-se sinônimo de um jornalismo opinativo e fiscalizador. Geralmente usada ao final de uma reportagem que expunha problemas como corrupção ou descaso do poder público, a expressão traduzia a indignação que muitos espectadores sentiam em casa. O bordão consolidou a imagem de Casoy como um âncora que não tinha receio de se posicionar.

2. “Boa noite”

Pode parecer um simples cumprimento, mas na voz de Cid Moreira, o “Boa noite” que encerrava o “Jornal Nacional” por décadas era quase uma instituição. O tom grave e a pronúncia pausada davam um ar de solenidade e credibilidade ao principal telejornal do país. A frase sinalizava que o Brasil havia sido informado sobre os fatos mais importantes do dia.

3. “Corta pra mim!”

Popularizado por Marcelo Rezende, o comando era direcionado ao vivo para o diretor de seu programa. A expressão trazia o público para dentro da dinâmica da produção televisiva, criando um estilo ágil e interativo. “Corta pra mim!” virou marca de um jornalismo policial com linguagem popular, que misturava informação com entretenimento e prendia a atenção do espectador com um ritmo acelerado.

4. “Me ajuda aí, ó!”

Outro bordão que marcou o jornalismo popular foi criado por José Luiz Datena. A frase é um apelo direto, seja para um repórter na rua, para a equipe de produção no estúdio ou até mesmo para a audiência. Ela transmite uma sensação de urgência e improviso, como se o apresentador estivesse construindo a notícia ao vivo e precisasse de auxílio imediato para conectar as informações e entregar o conteúdo.

5. “Aqui, agora!”

A expressão, que também dava nome a um programa policial de grande sucesso nos anos 90, era a assinatura do repórter Gil Gomes. Conhecido por sua narração dramática e gestual único, ele usava o bordão para enfatizar a urgência e a exclusividade da notícia. “Aqui, agora!” prometia ao público uma cobertura imediata dos acontecimentos, direto do local onde os fatos se desenrolavam.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay