SEM 'VRÁÁÁÁ'

"Como vou comprar?": A briga entre clientes e lojistas por causa do leque

Anúncios que proíbem bater leque em lojas chamaram atenção em redes sociais e vêm causando polêmica

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Bater leque virou algum comum em festas, blocos de Carnaval e até no cotidiano. Mas o famoso som não é bem recebido em todo lugar. Postagens nas redes sociais mostram lojas que passaram a restringir o teste dos leques dentro dos estabelecimento, com cartazes proibindo a prática. 

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Caracterizado pelo movimento rápido e ritmado de abrir e fechar o objeto, produzindo um som marcante, a batida de leques se  consolidou como uma forma de expressão coletiva, especialmente na comunidade LGBTQIAPN+. Em redes sociais, vídeos de pessoas “batendo leque” em shows, festas e eventos viralizam com frequência, impulsionando ainda mais a popularidade do acessório.

Por isso, a proibição deu tanta polêmica nas redes sociais. Entre as justificativas estão o risco de desgaste das hastes dos objetos, possíveis danos ao tecido e o barulho em ambientes fechados.

Mesmo assim, muita gente não concordou a medida. “Como eu vou comprar um leque sem bater antes?”, escreveu um perfil. “E como eu vou saber se o leque faz ‘vraaa’? Vou sair da loja, testar e, se não funcionar, volto para pedir reembolso”, disse outro.

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Há também quem concorde com a restrição, apontando que o movimento pode, de fato, comprometer a durabilidade do acessório. “Bater leque desgasta a haste e às vezes até o tecido”, comentou outro usuário, mencionando o uso intenso durante o Carnaval. “Se não pode bater, é porque não presta”, comprovou outro. 

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