O deputado federal eleito Nikolas Ferreira (PL) classificou como "terrorismo eleitoral" as associações feitas pela esquerda a um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL). Segundo ele, os adversários buscam os votos de indecisos com argumentos falsos.

O parlamentar afirma que a oposição alega que, em um mandato de Bolsonaro, "a mulher não vai poder mais votar, que o homossexual vai ser morto, que não vai ter mais a Amazônia". Para o deputado, essa estratégia já foi usada em 2018, nas eleições que elegeram Jair Bolsonaro, e falhou.

“Nesta [eleição] eu não tenho dúvidas que vai dar a mesma coisa porque no fim das contas são argumentos que além de ultrapassados são mentirosos“, afirmou durante entrevista na Globonews.

Ao rebater as acusações, Nikolas argumentou que o direito ao voto feminino é uma cláusula pétrea da Constituição, que não pode ser alterada pelo presidente ou pelo Congresso. Ele também mencionou ainda que os últimos quatro anos registraram recordes de feminicídio, em uma crítica à gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“O Lula demitiu três mulheres dos ministérios e as substituiu por homens, para, inclusive, alocar o Centrão. A quarta mulher que demitiu foi do Ministério das Mulheres. Você tem um país onde, hoje, nós temos o primeiro lugar no ranking de mortes de LGBT. Então, assim, são argumentos que não se sustentam.”

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Vale destacar que no caso citado, Cida Gonçalves foi substituída do Ministério das Mulheres por Márcia Helena Lopes, em 2025, que se mantém como atual ministra da casa.

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