Com uma dívida de R$ 179 bilhões, o estado de Minas Gerais promete apresentar grande dificuldade para quem assumir o governo em 2027. Candidato ao Executivo estadual, Gabriel Azevedo (MDB) promete uma receita de síndico para equilibrar as contas.
"É trabalho de síndico. Quem já foi síndico me entende. Eu sou dono de bar, ok? Tem o comodato, tem a folha de pagamento com carteira assinada, tem os impostos que eu pago, tem os fornecedores e tem o que o cliente paga", disse, na sabatina do Estado de Minas com o Portal Uai e a TV Alterosa. Ele é proprietário do Mina Jazz Bar, no Centro de Belo Horizonte.
Gabriel buscou aproximar a própria experiência ao cotidiano dos eleitores: "Se eu termino todo mês no vermelho, uma hora eu vou quebrar. Qualquer empresário, qualquer dona de casa, qualquer pessoa que lida com um negócio no Brasil, sabe disso."
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"Eu já fui síndico. Já fui presidente de grêmio, presidente de Câmara Municipal. Você tem que gastar tempo no papel. [Ver] o que está faltando, onde que está faltando", defendeu. O emedebista propõe valorizar a carreira dos auditores fiscais para diminuir a sonegação de impostos, além de revogar isenções concedidas pelo governo de Romeu Zema (Novo) e Mateus Simões (PSD) a empresários, que prevê quase R$ 27 bilhões em renúncias no próximo ano.
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"Agora, tem gente concorrendo nessa eleição que nunca teve um CNPJ, nunca manteve um orçamento de pé", provocou. E criticou quem aponta defeito nas condições do Plano de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag), que renegociou a dívida de Minas.
