Gabriel diz que presídios em Minas Gerais são "escritório de traficante"
Candidato diz que Zema e Simões são os responsáveis pela evolução do crime organizado no estado e que falta até mesmo combustível para as viaturas
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O candidato do MDB ao governo de Minas, Gabriel Azevedo, disse que os governos de Romeu Zema (2019/2026) e de seu sucessor, Mateus Simões (PSD), que também disputa o Palácio Tiradentes, são os pais da evolução do crime organizado no estado. “O governo Romeu Zema e Mateus Simões pode-se considerar os responsáveis pela paternidade da evolução do crime organizado em Minas Gerais”, assegurou.
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Segundo ele, as facções criminosas Comando Vermelho e o PCC já estavam no estado antes da chegada de Zema ao poder, em 2019, mas se “ampliaram muito nos últimos cinco anos” se aproveitando da falta de estrutura dos presídios que são “completamente peneira furada”.
De acordo com o candidato, as unidades prisionais não têm bloqueador de raio X e de celular. “Presídio de Minas é escritório de traficante. E mais, os presos que eram não faccionados, viraram faccionados”, criticou.
Para combater o crime organizado, o candidato defende o uso de inteligência, parceria com o governo federal, um sistema único de segurança pública, integração das polícias, incluindo a Federal, e combustível para as viaturas. Também é preciso, segundo ele, investimento na Polícia Penal para que possa haver maior controle dos presídios.
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“Também é preciso que a gente crie vergonha na cara, porque esse governo não paga o combustível dos carros de polícia. E aí nós temos que pensar inclusive em novos modelos de viatura, que sejam mais econômicos, sejam elétricos, para que a gente não tenha essa dependência tão grande e que a conta não exploda no prefeito”, defendeu o candidato.