O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama, Janja da Silva, recebem nesta quarta-feira (2/9) o ator e ambientalista Leonardo DiCaprio. O encontro está previsto para as 12h30 no Palácio do Planalto, segundo as agendas oficiais.
Conforme a agenda de Janja, o ator estará acompanhado por representantes da Re:wild, uma organização ambiental global sem fins lucrativos. A entidade, fundada em 2021 com a participação de DiCaprio, tem foco na restauração ecológica.
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A Re:wild atua em parceria com comunidades indígenas, governos e cientistas para a recuperação de ecossistemas. A organização também trabalha na proteção de espécies ameaçadas de extinção.
DiCaprio foi alvo de ataques de Bolsonaro
Em novembro de 2019, o então presidente Jair Bolsonaro acusou Leonardo DiCaprio de financiar incêndios na Amazônia. "O Leonardo DiCaprio é um cara legal, não é? Dando dinheiro para tacar fogo na Amazônia", disse Bolsonaro a apoiadores no Palácio do Alvorada.
A declaração ocorreu no contexto da prisão de quatro brigadistas na região de Alter do Chão, no Pará. A Polícia Civil do estado suspeitava que eles atearam fogo na floresta com a finalidade de obter doações. As prisões foram criticadas por entidades ambientalistas.
Na época, o Ministério Público do Pará afirmou que não havia indícios do envolvimento dos brigadistas e que investigava a ação de grileiros na área. O chefe da investigação policial foi afastado e a Justiça determinou a soltura dos voluntários.
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As falas de Bolsonaro repercutiram negativamente fora do país. Os jornais americanos Washington Post e New York Times destacaram que o presidente criticou DiCaprio sem oferecer provas. O britânico The Guardian noticiou que Bolsonaro acusou falsamente o ator de pagar pelos incêndios.
Em 2023, o astro teceu elogios ao atual presidente. “Sob Lula, desmatamento da Amazônia em abril de 2023 foi 68% menor que em 2022", escreveu no Instagram.
Em seguida, o texto afirma que Bolsonaro havia afrouxado a fiscalização contra o desmatamento na Amazônia. "Muitos estão dando algum crédito ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pois ele começou a restabelecer políticas para proteger a Amazônia e os direitos indígenas após assumir o cargo. O presidente anterior, Jair Bolsonaro, os enfraqueceu e o desmatamento atingiu seu nível mais alto em 15 anos sob sua administração", escreveu na postagem.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
