Simões promete a prefeitos ampliar atenção básica de saúde
Candidato à reeleição diz que pretende construir UBS nos 160 municípios que ainda não têm cobertura e manter financiamento do Samu
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O governador e candidato à reeleição Mateus Simões (PSD) afirmou nesta segunda-feira (24/8) que pretende ampliar a cobertura da atenção básica de saúde para 100% dos municípios de Minas Gerais, caso conquiste novo mandato. Segundo ele, 160 cidades ainda precisam receber unidades básicas de saúde (UBS).
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A declaração foi feita durante encontro com prefeitos no comitê central de campanha, na Avenida Afonso Pena, no bairro Funcionários, Centro-Sul de Belo Horizonte. Dez prefeitos e representantes do Cidadania participaram da reunião, na qual formalizaram apoio à candidatura de Simões e entregaram ao governador um caderno de compromissos.
"Esse apoio é ainda mais importante, porque o partido Cidadania formalmente não faz parte da nossa coligação, por conta da federação de que faz parte hoje, mas é um apoio que eu recebo com absoluta qualidade. Assumi compromisso com cada um dos prefeitos que tiveram presença e estamos muito felizes com essa caminhada conjunta que começa agora", disse Simões em coletiva após o encontro.
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Na agenda, Simões defendeu o fortalecimento da atenção básica como forma de prevenir o agravamento de problemas de saúde e reduzir a demanda por atendimentos de maior complexidade. “Quem cuida de saúde são UBS e agente de saúde”, disse. Segundo o candidato, o governo estadual já financiou a construção de 400 UBS e pretende dar continuidade ao programa, que prevê a transferência de recursos para as prefeituras.
Financiamento do Samu
O candidato também prometeu manter o financiamento estadual do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). De acordo com Simões, a cobertura do serviço passou de 66% dos municípios mineiros, em 2019, para 100%.
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“Estamos assumindo com os prefeitos o compromisso de continuar bancando mais de 50% do Samu, já que o governo federal não está mandando a parte dele, os municípios estão colocando cerca de 30%, a gente 50% e o governo federal está fazendo só uma complementação", declarou.