Filho “02” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Carlos Bolsonaro (PL) disse que a proximidade com as Forças Armadas foi “um dos maiores erros” do governo do pai, que cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado.

Capitão reformado do Exército Brasileiro, Bolsonaro teve 11 militares como ministros ao longo de seu governo, entre 2019 e 2022.

“Colocar as Forças Armadas perto foi um dos maiores erros do governo Bolsonaro. Mas não tinha quem ele conhecia que não fosse das Forças Armadas. Foi um acidente na vida dele. Programado, lógico. Mas não tinha uma estrutura por trás, então ele acabou trazendo generais, almirantes... para compor seu ministério", reconheceu Carlos, que é pré-candidato ao Senado por Santa Catarina.

Ele ainda previu que o irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), “não repetirá essa militarização” caso seja eleito presidente da República “e priorizará pessoas técnicas”.

Eduardo Bolsonaro 

Quem também comentou a questão foi o filho “03”, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ele afirmou que questões políticas têm que ser ainda mais valorizadas do que as técnicas na escolha dos nomes a compor um novo governo bolsonarista.

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“Certamente a parte política vai contar mais, vide que aí está inserida a confiança/lealdade, bem como o próprio traquejo político. Ambas as característica faltaram em muita gente no 1º governo Bolsonaro, que foi o principal motivo para atritos”, escreveu Eduardo, no X (antigo Twitter).

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