Leonardo Avalanche diz que distribuição de iPhones é viável
Candidato do PRTB afirmou que a medida poderia ser financiada com recursos atualmente destinados à publicidade do governo federal, e que poderia comprar "quase um bilhão de aparelhos"
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O candidato à Presidência Leonardo Avalanche, do PRTB, defendeu nesta terça-feira (28/7), durante sabatina promovida pelo Correio Braziliense, a viabilidade de sua proposta de distribuir aparelhos celulares para parte da população. Ele afirmou que a medida poderia ser financiada com recursos atualmente destinados à publicidade do governo federal.
O dirigente citou como fonte de financiamento os recursos destinados à comunicação do governo federal, argumentando que a verba poderia ser utilizada para a aquisição dos aparelhos.
"Eu vou falar de uma única verba, que é a verba que o governo gasta com as mídias sociais, com a televisão e tudo, que chega a quase R$ 3 bilhões. Então, se você pegar isso aí, dividir, nós poderíamos comprar hoje quase 500 milhões de aparelhos para 200 milhões de habitantes. Então, sim, é uma coisa viável e nós vamos investir", afirmou.
Segundo Avalanche, os celulares seriam entregues a jovens e empreendedores que concluíssem cursos oferecidos pelo governo, com o objetivo de ampliar o acesso a ferramentas digitais. "Para todo jovem, todo empreendedor que fizer um curso no nosso plano, no nosso governo, ganhasse o aparelho digital porque é a ferramenta de trabalhar", comentou.
Leilões da Receita
Ao responder sobre a necessidade de um acordo com a Apple, o presidente do PRTB afirmou que a proposta não depende de negociação com a fabricante e citou como exemplo um leilão da Receita Federal.
"Não precisa combinar com a Apple. Hoje mesmo saiu um leilão da Receita Federal do aparelho, um Pro Max, a R$ 4 mil. Então, se for assim, a gente consegue comprar quase um bilhão de aparelhos com a única verba que é gasta na mídia do governo hoje, federal", declarou.
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A sabatina com os presidenciáveis deste ano tem o apoio da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), da Federação Nacional de Auditores Fiscais Tributário (Fenat), da Associação Nacional de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite) e da Unafisco Nacional.