PP opta pela neutralidade nacional e libera palanques para eleições
Uma das principais siglas do Centrão, o Progressista, decidiu liberar palanques regionais e não declarará apoio formal a candidatos
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A direção nacional do Progressistas (PP) decidiu adotar uma posição de neutralidade na disputa presidencial e dará liberdade para que diretórios estaduais definam seus próprios palanques nas eleições. Segundo um cacique da sigla sinalizou ao Correio, esta foi "a melhor" decisão para um primeiro turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A aliados, o presidente da sigla, senador Ciro Nogueira (PP-PI) sinalizou que o espaço para diálogo seguirá aberto com ambos candidatos, mas que o rumo agora é a neutralidade.
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Na última terça-feira (21), por exemplo, o presidente nacional do PP, deputado Doutor Luizinho (RJ), reuniu-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo apurou a reportagem, o tema esteve entre os assuntos tratados no encontro, em meio às articulações do Palácio do Planalto para ampliar o diálogo com partidos do Centrão.
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A interlocução para a construção desse entendimento contou com a participação de ministros do primeiro escalão do governo. Entre os principais articuladores está o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula (PSD-PE), que atuou para aproximar o Planalto da direção do Progressistas e defender uma saída que preservasse a relação institucional entre o governo e a legenda. Além do ministro da SRI, José Guimarães (PT-CE) e do próprio presidente petista, Edinho Silva.