Pré-candidatos ao governo de MG, Cleitinho e Gabriel Azevedo trocam afagos
Dupla usou termos como "irmão" e "amigo", e mostrou identificação no tema das estradas de Minas Gerais
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O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) e o ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte Gabriel Azevedo (MDB), pré-candidatos ao governo de Minas Gerais, trocaram afagos pelas redes sociais nesta sexta-feira (15/5).
Gabriel publicou vídeo criticando o estado precário das rodovias mineiras e propondo uma estratégia que colocaria em prática como governador para recuperá-las. Cleitinho, que cresceu nas redes sociais mostrando buracos em estradas no interior, apoiou a postagem.
“É, meu irmão, conte comigo. Nossas estradas literalmente são as piores do Brasil”, comentou, no post do adversário.
Azevedo retribuiu respondendo a um post do perfil de Cleitinho: “Obrigado pelo seu comentário no meu perfil de Instagram hoje, amigo. Siga firme sem se desmotivar. Na democracia, as pessoas precisam de opções para escolher e não de quem se acha dono do processo eleitoral desejando ganhar sem concorrer. Agradeço sua cortesia de sempre comigo e sua capacidade de dialogar permanentemente. Um forte abraço”.
A alfinetada sobre “quem se acha dono do processo eleitoral desejando ganhar sem concorrer” pode ter sido ao governador Mateus Simões (PSD), pré-candidato à reeleição, que tem buscado se colocar como único nome da direita no pleito.
Além de Simões, Cleitinho e Azevedo, são pré-candidatos ao governo de Minas Alexandre Kalil (PDT); Ben Mendes (Missão); Maria da Consolação (Psol); Rafael Duda (PSTU); Túlio Lopes (PCB); e Indira Xavier (UP).
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Outros nomes ainda não se colocaram no pleito, mas podem entrar na disputa: o senador Rodrigo Pacheco (PSB), nome preferido do presidente Lula (PT) para o governo mineiro; e o ex-presidente da Fiemg Flávio Roscoe (PL), que pode ser a opção de candidatura própria do PL no estado.
Gabriel Azevedo critica estradas mineiras
O ex-presidente da Câmara de BH defendeu maior frequência na manutenção do asfalto em rodovias do estado, evitando desgastes mais graves e consequentemente barateando o custo da própria manutenção.
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Então, propôs três mudanças objetivas: que o estado não contrate sempre as obras públicas mais baratas, mas considere técnica; a criação de um Fundo Mineiro de Infraestrutura; e um planejamento para o estado até 2050, considerando mudanças da reforma tributária.