A favor da Lei da Dosimetria, Caiado acusa Moraes de 'ativismo judicial'
Ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência afirma que decisão de Alexandre de Moraes representa um ataque à democracia e à separação dos Poderes
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O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado criticou a suspensão da Lei da Dosimetria e classificou a medida como um “ataque à democracia e à separação dos Poderes”. Em nota à imprensa divulgada neste sábado (9/5), Caiado afirmou que o texto havia sido aprovado por ampla maioria no Congresso Nacional e acusou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de ultrapassar os limites da relação institucional.
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Na avaliação do governador, a decisão judicial representa um caso de “ativismo judicial” e contribui para aprofundar a radicalização política no país. Segundo ele, a medida favorece a polarização entre extremos e desvia o foco do debate eleitoral de temas considerados prioritários para a população, como segurança pública, educação, saúde e transporte de qualidade.
Caiado também afirmou que a continuidade das discussões em torno dos atos de 8 de janeiro compromete o avanço do país. Para o governador, insistir no tema, desconsiderando decisões do Congresso Nacional, “é condenar o Brasil a não ter futuro”.
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Na nota, o pré-candidato defendeu ainda o fim do embate entre o Supremo e o Congresso. “Essa queda de braço do Supremo com o Congresso precisa ter um ponto final. Esse jogo de gato e rato, esse faz e desfaz, é inaceitável numa democracia que queremos madura”, declarou.