PLATAFORMAS DE APOSTAS

Lula diz que gostaria de fechar bets e diz que parlamentares financiam as plataformas

Questionado sobre o envolvimento de congressistas com empresas de apostas, Lula afirmou saber, mas disse que não citaria nomes

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(FOLHAPRESS) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (8) estar preocupado com o endividamento da população brasileira e a intenção de fechar as plataformas de bets no Brasil.

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"Por que não proíbe as bets? Eu tava discutindo exatamente isso. Se as bets causam mal, por que a gente não acaba? Nós estamos tentando discutir isso", disse. "Se depender de mim, a gente fecha as bets." Obviamente que depende do congresso nacional e uma discussão."

"Eu estou com uma preocupação com endividamento do povo brasileiro. Uma das razões é por que o povo ganha pouco. Mas a outra é necessidade de o povo ter acesso às coisas", declarou, em entrevista ao ICL Notícias.

Questionado sobre o envolvimento de congressistas com empresas de apostas, Lula afirmou saber, mas disse que não citaria nomes.

"Eu sei que eles financiam. Não posso citar nomes porque não sou juiz e policial mas todo mundo sabe quem são os deputados envolvidos nisso, os partidos envolvidos, os senadores. Não é possível a gente continuar com essa jogatina desenfreada nesse país."

Pressionado pelo impacto negativo da alta do endividamento das famílias na sua popularidade em ano eleitoral Lula já pediu mudanças para reduzir o custo do crédito. A informação foi antecipada pela Folha e confirmada pela ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais).

O tema foi discutido em reunião do presidente com a cúpula do Executivo na semana passada, que avaliou as principais fontes de desgaste do governo no cenário eleitoral. Nova reunião aconteceu na última terça-feira (24) com integrantes da equipe econômica.

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Junto a isso, o governo estuda ainda medidas para reduzir os juros do chamado consignado privado, modalidade de crédito voltada para os trabalhadores com carteira assinada. Esse tipo de empréstimo foi reformulado há um ano, mas para o governo as taxas ainda são muito altas.

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