Diante de embates na direita, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, usou linguagem neutra para pedir total união em busca de vencer as eleições contra o presidente Lula (PT) em outubro.
Carlos Bolsonaro (PL) e Eduardo Bolsonaro (PL) têm entrado em debates públicos para cobrar de aliados mais ênfase no apoio à pré-campanha do irmão. Eduardo chegou a criticar o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), acusando-os de “amnésia” e pedindo maior comprometimento com Flávio.
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Pronome neutro
O senador, posicionou-se em post no X (antigo Twitter): “Tá todo mundo querendo vencer a discussão. Mas o que precisamos é ganhar a eleição! Gostaria de contar com todas, todos, todes, todys e todxs!”.
A fala foi uma ironia com a linguagem neutra - proposta ligada a setores progressistas que tem o objetivo de incluir palavras sem marcação de gênero na língua portuguesa. O movimento é historicamente ridicularizado pelo campo conservador.
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Em 2021, quando era presidente, Jair Bolsonaro (PL) chamou a proposta de “linguagem neutra dos gays” e disse que a linguagem neutra “estraga a garotada”.
