O Partido Social Democrático (PSD) agora conta com seis governadores. Na sexta-feira (30/1), o presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, filiou o chefe do Executivo de Rondônia, Coronel Marcos Rocha, que estava no União Brasil.

O movimento veio poucos dias após o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, deixar o União e fechar com o PSD em busca de disputar as eleições para a presidência da República. O partido de Kassab, aliás, conta com outros dois possíveis nomes para a sucessão de Lula (PT): os governadores Eduardo Leite (RS) e Ratinho Jr. (PR).

As mudanças fizeram o União perder o posto de partido com mais governadores do país. Eram cinco, agora são três - Clécio Luís (AP), Wilson Lima (AM) e Mauro Mendes (MT). Agora, quem detém o título é o PSD, com seis estados, seguido do PT, que tem quatro.

Marcos Rocha no PSD

Marcos Rocha ganhou as últimas duas eleições com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Nos últimos anos, porém, tem se distanciado do grupo político coordenado pelo capitão reformado.

A ida para o PSD, portanto, consolida uma guinada para a “terceira via”, indicando que Rocha não irá apoiar Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial, já que seu partido deve ter candidato próprio.

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Como não pode se reeleger - já cumpriu dois mandatos como governador de Rondônia -, é apontado como provável candidato ao Senado.

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