INVESTIGAÇÃO

Morte de advogado em SC: o mistério que foi parar no topo das buscas

De polêmica jurídica a mistério policial, caso do defensor que pediu a condenação do cliente dominou pesquisas no Google

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A morte do advogado Rodrigo Pantaleão, de 53 anos, em Santa Catarina, encontrado nesta quinta (25/6), levantou questionamentos nas redes sociais. O fato ocorreu menos de um mês após um episódio atípico durante sua atuação em um processo criminal, o que transformou o caso em um dos assuntos mais comentados online.

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O caso despertou grande interesse nas redes sociais, com usuários buscando informações e compartilhando atualizações sobre os acontecimentos. Essa mobilização online reflete um fascínio crescente por narrativas de "true crime", onde o público acompanha de perto os desdobramentos de investigações reais.

O termo “advogado encontrado morto” foi parar no topo das buscas do Google. Segundo o Google Trends, ferramenta que monitora as buscas no site, houve um aumento no interesse de mais de 700% entre quinta e sexta-feira (26/6).

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O ponto de partida para essa curiosidade foi a atuação do defensor em uma audiência de instrução na 3ª Vara Criminal, ocorrida em 28 de maio. Na ocasião, ele surpreendeu ao se manifestar pela condenação do homem que deveria defender em um caso de tráfico de drogas e porte ilegal de arma, gerando discussões online sobre as possíveis motivações e consequências de seu ato.

O interesse público se concentra em entender a cronologia dos fatos. As buscas por informações tentam conectar o pedido incomum feito em audiência com a posterior morte do advogado, explorando possíveis cenários e motivações por trás dos dois eventos.

A Polícia Civil de Santa Catarina investiga o caso em sigilo. Segundo a seccional catarinense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SC), que acompanha o inquérito, não há indícios de violência ou arrombamento no local onde o corpo foi encontrado. A causa da morte ainda não foi divulgada e aguarda o resultado de exames periciais para garantir que todas as hipóteses sejam consideradas.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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