Operação mira esquema de canetas emagrecedoras clandestinas
Esquema ilegal contava com a participação de profissionais de saúde para tentar dar uma aparência legítima ao negócio fraudulento
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Uma organização criminosa que vendia falsas canetas emagrecedoras pela metade do preço de mercado é alvo de uma ação policial nesta terça-feira (26/5). O esquema ilegal contava com a participação de profissionais de saúde para tentar dar uma aparência legítima ao negócio fraudulento.
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Buscas na capital e na Baixada Fluminense
A ofensiva busca cumprir mandados de apreensão para recolher medicamentos proibidos, aparelhos eletrônicos e documentos. As diligências ocorrem no Centro do Rio, em bairros da Zona Sul (Copacabana, Ipanema e Leblon) e da Zona Sudoeste (Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes), além de pontos em Duque de Caxias.
Coordenada pela Delegacia do Consumidor (Decon), com apoio do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), a ação mira aprofundar as provas contra os envolvidos. Além do território fluminense, a quadrilha mantinha ramificações ativas em São Paulo e em Brasília.
O monitoramento da rede criminosa começou em maio de 2025, a partir de dados de inteligência da Polícia Civil. Os investigadores identificaram que os produtos clandestinos não passavam por qualquer controle de qualidade ou garantia de procedência.
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Além do prejuízo financeiro causado aos compradores atraídos pelos valores muito abaixo do padrão oficial, o uso das substâncias proibidas e de origem desconhecida representa um grave risco à saúde dos usuários.