ATAQUE

Homem pula de precipício de 40 metros para fugir de abelhas em SP

A operação foi classificada como "extremamente complexa" e exigiu técnicas de salvamento em altura

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Um homem de 55 anos saltou de um precipício de cerca de 40 metros para escapar de um ataque de abelhas em São Vicente, no litoral de São Paulo; o resgate envolveu rapel e retirada pelo mar.

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O Corpo de Bombeiros foi chamado na manhã de sábado (28/3) para ajudar "uma vítima de ataque de abelhas". Ao chegarem ao local, constataram que o homem havia saltado do alto de uma encosta e caído sobre uma região rochosa, de difícil acesso. Testemunhas relataram que o homem se lançou do precipício, a dezenas de metros do solo, ao tentar escapar de um enxame.

Em publicação no Instagram, o 6º Grupamento dos Bombeiros declarou que o homem havia caído em um precipício de aproximadamente 40 metros ao fugir do ataque das abelhas.

No post, a corporação revela que os agentes tiveram que lutar contra os insetos durante a abordagem. A operação foi classificada como "extremamente complexa" e exigiu técnicas de salvamento em altura.

O resgate mobilizou bombeiros em operação por terra e mar. Um membro da corporação, usando técnicas de rapel, desceu o costão rochoso até encontrar o homem, caído. Ele o abordou e o ajudou a descer, enquanto outros homens da corporação se aproximavam por mar, em um bote inflável.

A Ilha Porchat fica no fim da praia do Itararé, em São Vicente. A pequena ilha combina trechos de mata atlântica com prédios e mansões. No ponto mais alto, chega a 76 metros de altitude e tem encostas rochosas e de difícil acesso.

O homem, já a salvo, foi colocado a bordo e levado até uma praia. Depois, foi encaminhado ao Pronto-Socorro Central (PS) de São Vicente. Ele chegou consciente, mas desorientado. A informação é da Secretaria Municipal de Saúde, que em nota acrescentou que ele "recebeu assistência da equipe médica, realizou exames, foi medicado e, após avaliação, foi liberado".

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Ocorrência foi classificada pelo Corpo de Bombeiros como um caso de "insetos agressivos". 

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