SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Um homem foi expulso pela Polícia Federal de um voo da Latam, no Aeroporto Internacional de Brasília, nessa sexta-feira (16/1), por se recusar a deixar o celular no modo avião.
O voo tinha como destino o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. O passageiro não quis deixar seu aparelho no modo avião, mesmo após pedidos feitos pela equipe de bordo.
Com a recusa em deixar o aparelho no modo off-line, ele foi convidado a sair da aeronave. Mas voltou a negar o pedido dos comissários e, por esse motivo, a Polícia Federal foi acionada.
A confusão foi registrada em vídeo por outros passageiros. As imagens mostram o momento em que os policiais retiram o homem de dentro da aeronave para que o voo possa prosseguir.
"Retirada voluntária"
A PF confirmou a retirada do passageiro a pedido da equipe que operava o voo da Latam. Em nota, o órgão informou que sua atuação "limitou-se ao acompanhamento e à retirada do passageiro, de forma prioritariamente voluntária, com o objetivo de preservar a ordem e a segurança no ambiente aeroportuário".
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O passageiro foi encaminhado à área externa do terminal e não foi preso, afirmou a PF. Ainda de acordo com o órgão, "eventuais decisões relativas à remarcação de voo, reembolso ou demais providências comerciais são de exclusiva responsabilidade da companhia aérea, por se tratarem de questões contratuais entre a empresa e o passageiro".
A Latam afirmou que a PF foi acionada "em razão do comportamento indisciplinado do passageiro". Por nota, a companhia aérea disse cumprir "rigorosamente os padrões de segurança e que adota todas as medidas técnicas e operacionais necessárias para garantir a segurança de seus passageiros e funcionários", por isso a necessidade de deixar aparelhos eletrônicos no modo avião.
Por causa do imprevisto, houve um atraso de quase duas horas no voo. Marcado para decolar às 17h45, o avião só deixou o aeroporto de Brasília às 19h20 de ontem.
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Como o passageiro retirado da aeronave não teve o nome divulgado, não foi possível localizá-lo para pedir posicionamento. O espaço segue aberto para manifestação.
