A ex-funcionária da Casa Branca Jayme Leagh Franklin precisou se manifestar após ser acusada de dar choques elétricos em Donald Trump. A teoria surgiu a partir de um vídeo de uma reunião no Salão Oval, na qual ela aparece com a mão próxima à barriga. O comportamento também rendeu comparações dela com um robô.

Em seu perfil na rede social X, a ex-assessora negou qualquer teoria da conspiração. “Estou grávida, seus esquisitos”, escreveu Franklin, que hoje comanda a publicação de estilo de vida pró-MAGA "The Conservateur".

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Em um vídeo viral, Jayme Leagh toca repetidamente a barriga atrás do presidente. Em certo momento, Trump abaixa o olhar e depois volta a prestar atenção no discurso do Dr. Jay Bhattacharya, diretor dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos.

“Ela tem um botão instalado na barriga, e quando recebe o sinal de que ele está dormindo, ela move a mão e pressiona um botão que o acorda”, afirmou um perfil que viralizou nas redes.

A teoria surgiu em meio a uma polêmica sobre o comportamento de Trump em eventos. Em julho, a Casa Branca desmentiu que o republicano teria dormido durante o funeral do senador Lindsey Graham, em Washington.

Na ocasião, o porta-voz Davis Ingle disse à revista "People" que Trump estava “refletindo sobre a perda de seu querido amigo”. Em janeiro, Trump comentou os flagras em entrevista ao "The Wall Street Journal", afirmando que os cliques não mostram cochilos, mas uma piscada. “Às vezes eles tiram uma foto minha piscando”, defendeu.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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