Um estudo realizado pelo portal de áudio erótico Bloom Stories aponta que 47% dos trabalhadores de horário comercial nos Estados Unidos fazem sexo durante o expediente. A pesquisa revela uma tendência de busca por locais além do quarto para relações íntimas.
Lemon Meyer, especialista em sexo da Bloom, afirma que a novidade de um local diferente pode aumentar a excitação. Segundo ele, sair do quarto para a bancada da cozinha ou se aventurar em lugares mais distantes são exemplos dessa busca por novas experiências.
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A vista, a emoção de estar em um espaço público e muitas vezes proibido, contribui para o desejo. Meyer explica que o toque da grama ou a água na pele podem intensificar a experiência física da intimidade.
Outro estudo, conduzido por pesquisadores da farmácia online ZipHealth, sugere que ter relações sexuais no local e horário de trabalho pode aumentar a produtividade. A prática também melhoraria a saúde mental e física dos funcionários.
Uma pesquisa recente mostrou que 38% dos jovens na casa dos vinte anos procuram empregos que ofereçam espaços privativos para encontros íntimos. O mesmo levantamento constatou que 47% dos trabalhadores remotos priorizam encontros casuais às escondidas dos chefes.
Investigadores da Bloom também determinaram que 49% das mulheres que praticam sexo oral têm orgasmos dentro do carro. Outros locais preferidos são jardins (43%) e espaços públicos como academias ou banheiros de avião (40%). Cerca de 34% delas preferem o ato debaixo d'água, em piscinas ou no mar.
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Meyer ressalta a importância da segurança e do consentimento. "Se estiver com um parceiro, converse com ele antes de experimentar um lugar novo e estabeleça limites claros sobre o que vocês se sentem confortáveis e o que não se sentem", explicou.
A prática no Brasil
No Brasil, praticar sexo em local público é considerado crime de ato obsceno. A pena prevista é de detenção de três meses a um ano, ou o pagamento de multa.
A lei abrange ruas, praças, praias, parques e qualquer espaço aberto, exposto ao público ou de acesso coletivo. Carros estacionados em ruas movimentadas ou banheiros públicos também entram na lista.
A tipificação do crime ocorre pela possibilidade de terceiros presenciarem a cena, o que pode ferir o pudor coletivo e a decência pública, independentemente de haver uma reclamação no momento do ato.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
