Colômbia: número de mortos por terremoto sobe para 224 e alerta segue
Autoridades mantêm nível máximo de emergência em cinco cidades; equipes de resgate buscam por desaparecidos sob escombros de estruturas colapsadas
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O número de mortos provocados pelo terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10/8) subiu para 224, segundo a agência Reuters. O desastre deixou ainda centenas de feridos e um número ainda não determinado de pessoas desaparecidas.
O levantamento anterior, apresentado pela Associação Colombiana de Cidades Capitais, apontava para 668 pessoas feridas. Equipes de resgate continuam os trabalhos em áreas atingidas, enquanto milhares de colombianos procuram informações sobre familiares e amigos que ainda não foram localizados.
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As regiões mais afetadas incluem Valle del Cauca, Risaralda e Chocó, além dos departamentos de Caldas e Quindío. Em diversas localidades e zonas rurais, o abalo provocou o desabamento de casas e edifícios, além de danos significativos em hospitais, aeroportos, redes de abastecimento e sistemas de transporte.
Cinco cidades seguem em alerta vermelho
As cidades de Pereira, Cali, Quibdó, Manizales e Armenia permanecem em alerta vermelho devido à extensão dos estragos. Somadas, elas registram pelo menos 165 edifícios colapsados, segundo o balanço das autoridades.
O cenário mais crítico está nas áreas onde construções residenciais e prédios públicos foram destruídos, dificultando o acesso das equipes de emergência. Em alguns municípios, serviços essenciais foram interrompidos, e moradores precisaram deixar suas casas por risco de novos desabamentos.
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Hospitais também sofreram danos estruturais, obrigando parte dos atendimentos a ser transferida para unidades que permaneceram em condições de funcionamento. Aeroportos e rodovias foram afetados, o que complicou o deslocamento de equipes de socorro e o envio de ajuda humanitária.
Buscas continuam por desaparecidos
As operações de resgate seguem mobilizando bombeiros, policiais, militares e voluntários. As autoridades afirmam que o número de vítimas pode mudar à medida que novas áreas são vistoriadas e pessoas desaparecidas são localizadas.
Enquanto isso, centros de acolhimento foram montados para receber famílias que perderam suas casas. Organizações humanitárias e órgãos públicos trabalham na distribuição de alimentos, água e itens de primeira necessidade para os moradores das regiões mais atingidas.
O governo colombiano mantém o monitoramento das áreas afetadas e recomenda que a população siga as orientações das autoridades de emergência, especialmente nas cidades que continuam sob alerta vermelho. As equipes técnicas também avaliam os danos em prédios e na infraestrutura para identificar locais que ainda apresentam risco à população.
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