Um ato convocado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), cujo mote é "ocupar as ruas, defender a soberania", levou manifestantes à Praça Sete, no Centro de Belo Horizonte, na noite desta sexta-feira (11/9). Os participantes se concentram em uma das pistas da Avenida Afonso Pena, em direção ao Bairro Mangabeiras, na Região Centro-Sul da capital.

Antes da chegada à Praça 7, integrantes do MST passaram pela Praça da Assembleia Legislativa, pela sede da Cemig e pelo Viaduto Santa Tereza Marcos Vieira/EM/D.A. Press
Mote do ato é "ocupar as ruas, defender a soberania" Marcos Vieira/EM/D.A. Press
Participantes destacaram momento político do país Marcos Vieira/EM/D.A. Press
Manifestantes ocuparam uma das pistas da Avenida Afonso Pena, em direção ao Bairro Mangabeiras Marcos Vieira/EM/D.A. Press
Ato é organizado pela CUT e pelo MST Marcos Vieira/EM/D.A. Press

O ato também conta com a participação de cerca de 3 mil integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST).

Na manhã desta sexta, eles se reuniram na Praça Carlos Chagas, conhecida como Praça da Assembleia, no Bairro Santo Agostinho, também na Região Centro-Sul de BH, e passaram pela sede da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), onde cobraram da estatal e também do governo de Minas à adesão plena ao programa federal "Luz para Todos".

À tarde, participaram de um ato em defesa da reforma agrária no Viaduto Santa Tereza.

De lá, os membros do movimento seguiram para a manifestação unificada na Praça Sete. Silvio Neto, da coordenação do MST, destacou o momento político que o país atravessa. Ele classificou a manifestação como "importante" e destacou que ela uniu diferentes movimentos populares. 

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"Hoje é um marco para nós; talvez seja um marco nessa conjuntura, porque a decisão de tomar as ruas em um movimento de massa é o caminho. Nós decidimos que vamos enfrentar essa extrema direita e esse golpe que estão tentando fazer de novo no Brasil", afirmou.

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