A manhã de domingo (30/8) da 11ª Virada Cultural em BH já começou acelerada. Enquanto alguns voltam para a casa depois de uma longa e agitada madrugada, outros chegam com muita energia para a já tradicional corrida de carrinhos de rolimã.

Esta é a 4ª vez que a programação da Virada inclui essa prática que, neste ano, foi reconhecida como modalidade esportiva em Minas Gerais. Mais de cem carrinhos passam nesta manhã pela Avenida Assis Chateaubriand, no Bairro Floresta, na Região Leste da capital mineira.

Quem organiza essa atividade, que ocupa o Espaço Arcos da Virada, é o coletivo Amigos do Rolimã.

Em entrevista ao Estado de Minas, Esther Santos, idealizadora do projeto que ocupa a Esplanada do Mineirão todas as quintas, falou sobre a importância de retomar a prática. “Eu falo que o carrinho de rolimã é uma ferramenta de transformação na nossa sociedade. Vivemos em um mundo cheio de telas, computadores e viemos trazer essa inovação em termos de cultura, esporte e lazer”.

Esther Santos, idealizadora do projeto, falou sobre a importância de retomar a prática

Edesio Ferreira/EM/Press

“É uma oportunidade que temos de trazer isso de forma simples. Avós brincaram disso com seus filhos, e, hoje, pais podem brincar com filhos e avós”, completa Esther.

Estar na virada, para a fundadora do Amigos do Rolimã, é uma chance de atingir mais pessoas. “Aqui, damos oportunidade para muitas crianças conhecerem isso. A Virada já virou marca registrada do carrinho de rolimã”. 

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Premiação

A diversão da corrida ainda vai ser reforçada, pela primeira vez, com uma competição. O carrinho mais bem produzido será eleito pelo público. O vencedor vai levar para casa uma seleção de brindes, conforme explica Esther. 

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