A influenciadora Ester Julia denunciou nas redes sociais a agressão que teria sofrido da atual mulher de seu ex-marido na porta da escola onde o filho dela e do ex-companheiro estuda. O caso ocorreu na segunda-feira (13/7), por volta das 13h, em Itabira, na Região Central de Minas. No vídeo publicado pela vítima, é possível ver o início da discussão.

Ester também divulgou em sua rede social imagens de uma câmera de segurança que mostram o momento em que a atual companheira do pai de seu filho puxa seu cabelo e ambas iniciam um confronto físico.

A briga ocorreu na frente do colégio em que a criança estuda. Segundo Ester, que conta com mais de 63 mil seguidores no Instagram, o menino havia acabado de entrar para a aula quando ocorreu o desentendimento.

No vídeo, é possível ver as mulheres caindo próximo ao muro da escola. Já em outro vídeo, agora gravado por uma das testemunhas, é possível ver as duas no chão puxando o cabelo uma da outra. As imagens também mostram o ex-companheiro de Ester tentando separar a briga.

As testemunhas falam no vídeo que o homem teria agredido sua ex-mulher. “O moço está querendo bater na mulher também”, diz a mulher que grava o vídeo. “Ele me segurou, ele me agrediu”, grita outra mulher do vídeo que tentou separar a briga. Imagens mostram cerca de cinco mulheres tentando separar a briga.

Em gravação depois da briga, a influenciadora diz que o ex-companheiro já tem histórico de agressão. “Quando morava com ele, eu era menor ainda, tinha 15 anos e ele me agredia”, afirmou Ester. As imagens também mostram o rosto dela ensanguentado depois da briga.

 
 
 
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Ester reafirma o que as testemunhas gritaram no vídeo: que o seu antigo parceiro se juntou a outra mulher para agredi-la.

Nessa terça-feira (14/7), Ester informou através do Instagram que foi até o Posto Médico Legal da Polícia Civil de Ipatinga, no Vale do Aço, para realizar exame de corpo delito.

O Estado de Minas procurou a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) para mais informações sobre a denúncia e andamento da investigação, mas não obteve respostas até o momento dessa publicação. A Delegacia da Defesa da Mulher de Ipatinga também não retornou os contatos da reportagem. O espaço segue aberto. 

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* Estagiário sob a supervisão da subeditora Tetê Monteiro

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