Comitiva a cavalo chama atenção em avenida movimentada de BH
Cavaleiros quebram o ritmo acelerado do trânsito e lembram aos belo-horizontinos que, por trás do concreto, a capital ainda guarda os costumes do interior
Formado em Jornalismo e pós-graduado em Jornalismo e Práticas Contemporâneas, estudou Arte Contemporânea Escola Guignard (UEMG). É repórter fotográfico multimídia dos Diários Associados, que edita os jornais Estado de Minas, o tabloide Aqui e o Portal de
Formada em Comunicação Integrada - Ênfase em Jornalismo, pela PUC-Minas, concluída em 2007. Iniciou sua carreira nos Diários Associados no mesmo ano, com passagem pelos jornais Diário da Tarde, Aqui, Estado de Minas e, na internet e no Portal Uai.
Grupo chamou atenção com uma referência tipicamente rural por entre carros, ônibus e o concreto da cidade crédito: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press
Uma cena no mínimo inusitada, engraçada e, de certa forma, até perigosa. Quem esteve na Avenida Cristiano Machado na manhã deste domingo (17/5) se deparou com um grupo de cerca de 20 homens montados em cavalos, passando pela pista do Move, entre os bairros Cidade Nova e Silveira, no sentido Centro.
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Devido à sua extensão e áreas do entorno, a via é historicamente um ponto crítico onde cavalos soltos transitam ou pastam nos canteiros. Há registros de episódios com animais assustados correndo entre os carros. Apesar do risco que a situação desta manhã poderia representar, fica o registro de uma imagem urbana e, ao mesmo tempo, curiosa, para o trânsito de uma capital.
A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de ser Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de ser Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de ser Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de ser Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
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A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de ser Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de ser Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de ser Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de ser Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de ser Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de ser Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de ser Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de ser Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de ser Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de ser Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
A comitiva cruzou a pista e lembrou a quem passava que, por mais metrópole que Belo Horizonte seja, as raízes mineiras guardam um jeito muito próprio de resistir e reconquistar o seu espaço, mesmo que seja no meio do asfalto.
Se a montaria fazia parte de um grupo organizado, cavalgada religiosa, folclórica ou comitiva a caminho de algum evento regional, não importa. Fato é que o grupo chamou atenção com uma referência tipicamente rural por entre carros, ônibus e o concreto da cidade.