Um bebê de um ano e oito meses deu entrada na UPA Oeste, em Belo Horizonte, na noite dessa terça-feira (7) e, segundo a equipe médica, o menino já chegou morto à unidade de saúde. Na ocasião, o padrasto, de 32 anos, foi conduzido à delegacia, ouvido e liberado. No entanto, na noite desta quarta-feira (8/4), ele foi preso pela Polícia Civil (entenda mais abaixo).
Segundo registro da Polícia Militar no boletim de ocorrência, o padrasto inicialmente levou a criança à base comunitária da PM no Bairro Betânia. Os militares tentaram reanimar a vítima durante o trajeto até a UPA. De acordo com a polícia, a criança chegou à base comunitária “engasgada”.
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“A equipe médica classificou a morte como suspeita, tendo em vista que a criança apresentava hematomas pelo corpo, inclusive no rosto e próximo aos olhos. Também foram verificados sangramentos no nariz e na fralda, na parte de trás”, relatou a PM no boletim policial.
Prisão
O padrasto do bebê foi preso pela Polícia Civil na noite desta quarta-feira (8/4), segundo divulgou a Itatiaia. O Estado de Minas tentou confirmar a informação e entrou em contato com Saulo Castro, porta-voz da Polícia Civil. No entanto, segundo ele, não seria possível apurar e confirmar a prisão fora do horário comercial.
Segundo o padrasto, no período da manhã de terça-feira, sua companheira entrou em trabalho de parto, sendo conduzida ao Hospital Odete Valadares, onde permaneceu. Ele disse que ficou em sua residência acompanhando os enteados, entre eles a criança que acabou morrendo.
O homem também contou à polícia que, ao entrar no quarto, percebeu que a criança estava engasgada e, por isso, imediatamente a pegou no colo e saiu em busca de auxílio na base comunitária.
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Ainda não há informações sobre as circunstâncias que envolveram a prisão do padrasto.
