Professor de música é preso suspeito de assediar crianças de 10 anos
A denúncia chegou à Polícia Militar após relatos de assédio a alunos de um turma no Conservatório Cora Pavan Capparelli, em Uberlândia. O homem foi demitido
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Um professor de música de 44 anos foi preso suspeito de assediar sexualmente crianças no Conservatório Estadual de Música Cora Pavan Capparelli, em Uberlândia (MG), no Triângulo Mineiro. O homem, que trabalhava com contrato temporário, foi demitido. Nesta segunda-feira (16/3), contudo, foi confirmado que ele ficou apenas um dia preso.
A denúncia chegou à Polícia Militar (PM) após relatos de assédio a alunos de uma turma com média de 10 anos de idade. A PM confirmou o fato, mas não informou como seriam esses assédios.
O homem foi detido ainda na sexta-feira (13/3), mesma data em que a direção da escola de música decidiu pelo desligamento do professor temporário.
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De acordo com a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG), a direção do conservatório adotou as providências administrativas assim que foi informada sobre o caso. A instituição também realizou uma reunião com os pais das alunas envolvidas.
O Núcleo de Acolhimento Educacional (NAE), formado por profissionais das áreas de Psicologia e Assistência Social, foi acionado para prestar acompanhamento e suporte às crianças e às famílias.
Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, o professor foi preso em flagrante pela PM e encaminhado para a Delegacia de Plantão, onde foi ouvido e autuado. Após os procedimentos, ele foi levado para o Presídio Professor Jacy de Assis.
Liberação
No entanto, conforme informou a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp), o suspeito foi solto no sábado (14/3) após a Justiça conceder um alvará de soltura. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do suspeito. O espaço segue aberto.
Procurada, a Secretaria de Educação afirmou em nota que não tolera qualquer forma de assédio ou violência no ambiente escolar e reafirmou o compromisso com a proteção dos estudantes. A pasta informou ainda que acompanha o caso e permanece à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.
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O caso é investigado pela Polícia Civil.