A modelo e empresária mineira Gabriela Botelho conquistou o título da 64ª edição do Miss Brasil Mundo, realizada no Teatro Caesb, no Distrito Federal, no último fim de semana. Modelo, empresária e ativista social, ela conquistou o título após anos de tentativa nos concursos de beleza e agora se prepara para representar o país na etapa internacional.

Representante de Sergipe na disputa, Gabriela cursou ensino médio técnico em administração e, posteriormente, estudou design de moda. Ela é fundadora de uma marca feminina de moda praia, que, segundo a própria empresária, nasceu com a proposta de valorizar diferentes corpos e “abraçar a diversidade brasileira”.

Gabriela começou na carreira de modelo ainda na infância, aos 4 anos. Ao longo da trajetória, enfrentou dificuldades no mercado por não se encaixar nas medidas ideais dos padrões de beleza. As cobranças e críticas que recebeu contribuíram para o desenvolvimento de distúrbios alimentares e episódios de depressão, experiências que ela transformou em combustível para ampliar sua atuação social.

A trajetória nos concursos também foi marcada por persistência. Esta foi a quarta participação dela em disputas nacionais. Em 2023, tentou o Miss Minas Gerais dentro da franquia Universo, representando Belo Horizonte, mas não chegou à final estadual. No mesmo ano, foi convidada para representar Sergipe e terminou a disputa nacional no Top 7.

Segundo Gabriela, os concursos sempre tiveram um significado além da estética. “Tudo começou quando entendi que esse também era o lugar onde eu poderia ser a versão da Gabriela que eu mais amo: filantrópica, movida por propósito e apaixonada por transformações humanas”, afirma.

Apesar de mineira, Gabriela construiu forte ligação com Sergipe, estado que representou no concurso. “Sou profundamente apaixonada por Sergipe e pelo povo sergipano. Costumo dizer que Sergipe me deu asas para sonhar”, declarou.

Trabalho social

Fora das passarelas, a nova Miss Brasil Mundo tem histórico de atuação social. Ela foi coordenadora infantil no projeto NAAÇÃO, em Brumadinho, na Grande BH. “Esse foi, sem dúvida, o trabalho das nossas vidas. Foi ali que descobri meu propósito, que entendi que nasci para servir e atuar em causas urgentes. Eles me ensinaram tanto… e também salvaram a minha vida em 2023, quando enfrentei a depressão pela segunda vez.  É uma honra carregar até hoje essa comunidade que faz parte da minha história”, conta.

“Atualmente, Gabriela também atua como embaixadora da Casa de Maria, instituição voltada ao acolhimento de pessoas com doenças raras. “Vivo uma nova urgência, com o mesmo amor e entrega, e levarei eles comigo para que o mundo os conheça”, promete.

Para ela, o título amplia a capacidade de impacto social.  “Como Miss Brasil Mundo, estarei nos lugares certos para realizar não só meus sonhos pessoais, mas também os sociais. Poder servir, transformar e tocar vidas será sempre a minha maior recompensa”, afirma.

Ao falar sobre representar o Brasil no exterior, Gabriela destaca o orgulho das origens.
“Sou apaixonada pelo Brasil e por ser brasileira. Quero que o mundo veja como nossas raízes, quando colocadas em ação, são capazes de transformar realidades e tocar vidas”, sonha.

Para o futuro, ela diz que espera ser lembrada pelo legado social. “Espero que as pessoas se lembrem de mim por ter servido e transformado vidas. Esse sempre será o meu maior objetivo”, conclui.

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"Miss México é uma vencedora falsa", escreveu ele, o que depois foi negado pela organização do concurso. Reproduc?a?o/Miss Universo
Em uma publicação no Instagram, ele mencionou "um voto secreto e ilegítimo” que teria acontecido "sem o verdadeiro júri do Miss Universo". Reproduc?a?o/Instagram Miss Universo
Para completar, o concurso ainda enfrenta ainda acusações de manipulação por parte do compositor francês Omar Harfouch, um dos membros votantes. Reproduc?a?o/YouTube
Já Brigitta afirmou "não concordar com a conduta de sua diretoria nacional" e que por conta disso deixará o Miss Universo Estônia. Reprodução/Instagram @brigittaschaback
Olivia se justificou dizendo que quer "se manter fiel aos seus valores de respeito, dignidade, excelência e oportunidades igualitárias". Reprodução/Instagram @olivia.yace
Outra polêmica envolve as duas misses Olivia Yacé, que ficou em 5º lugar representando a Costa do Marfim, e a Miss Estônia, Brigitta Schaback. As duas abriram mão dos seus títulos. Montagem/Reproduc?a?o/Instagram
Paralelamente, Rocha Cantú, presidente da organização, está sendo investigado no México por crimes como tráfico de drogas, armas e roubo de combustível. Reproduc?a?o/Instagram
O incidente repercutiu na imprensa e nas redes sociais, fazendo com que a organização do concurso e até a presidente do México, Claudia Sheinbaum, condenassem publicamente o comportamento de Nawat. Montagem/Wikimedia Commons/Harald Krichel/Reproduc?a?o Instagram
Durante uma transmissão ao vivo no dia 4 de novembro, a mexicana foi insultada por Nawat que a chamou de "estúpida" por não ter publicado conteúdo suficiente sobre a Tailândia em suas redes sociais. Reprodução
Durante o programa, Bosch negou saber de uma ação judicial movida pelo diretor do Miss Universo, Nawat Itsagrisil, mas um dos apresentadores afirmou que ela havia comentado sobre o assunto nos bastidores. Reproduc?a?o
Ela afirmou querer falar apenas sobre sua trajetória e projetos sociais, mas foi questionada sobre temas como investigações criminais contra o presidente do concurso, Raúl Rocha Cantú, e um processo por difamação ligado a seu nome. Montagem/Reproduc?a?o
No início de dezembro, a mexicana Fátima Bosch, vencedora da edição 2025, abandonou uma entrevista ao vivo no programa "Pica y se Extiende", da emissora Telemundo. Reproduc?a?o
O concurso do Miss Universo 2025 foi realizado em Bangkok, na Tailândia, no dia 21 de novembro. E os bastidores da premiação vêm dando o que falar. Veja as polêmicas! Reprodução/Instagram @missuniverse
Clara Vegas Goetz agora terá a missão de buscar o oitavo título mundial para a Venezuela. Ela irá suceder Stephany Assali, que alcançou o terceiro lugar na edição de 2025. Reproduc?a?o
Embora seja algo inédito na Venezuela, um caso semelhante aconteceu no Chile, quando Celeste Viel foi coroada em 2023, repetindo o feito de sua mãe, Paula Caballero, eleita Miss Chile em 1993, 30 anos antes. Montagem/Reproduc?a?o/Instagram
Andreina Goetz, mãe de Clara, venceu o Miss Venezuela em 1990, 35 anos antes da filha. Montagem/Reproduc?a?o Redes Sociais/@claravegasgoetz
A vitória de Clara é histórica pois marca a primeira vez no Miss Venezuela que mãe e filha conquistam a coroa na mesma competição. Reprodução/Instagram @claravegasgoetz
O país elegeu Clara Vegas Goetz, candidata de 23 anos do estado de Miranda, como sua representante para a 75ª edição do concurso, que será realizado em Porto Rico. Reprodução/Instagram @claravegasgoetz
Uma história curiosa envolvendo a escolha da representante da Venezuela para o Miss Universo 2026 chamou a atenção na internet. Reprodução/Instagram @missuniverse
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