Estilos musicais do carnaval de BH: veja os ritmos que vão agitar a folia
Prepare-se para a festa mais diversa do Brasil; saiba o que esperar de cada estilo e confira os hits que prometem bombar nos blocos da cidade
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O carnaval de Belo Horizonte se consagra em 2026 como uma das festas mais democráticas e vibrantes do Brasil. Com mais de 225 blocos de rua confirmados, a folia, que acontece oficialmente de 31 de janeiro a 22 de fevereiro, espalha-se por todas as regionais da cidade, oferecendo uma pluralidade de sons que vai muito além das tradicionais marchinhas. A maior concentração de desfiles ocorre entre os dias 14 e 17 de fevereiro, prometendo agitar moradores e turistas com uma programação para todos os gostos.
Ritmos musicais embalam multidões
Quem vive o carnaval de Belo Horizonte sabe: escolher o bloco é como montar a própria trilha sonora da folia. Entre axé, funk, samba, rock e música eletrônica, a capital mineira transformou as ruas em um mosaico de ritmos que agradam diferentes gerações,e 2026 deve reforçar ainda mais essa diversidade.
A programação costuma reunir desde homenagens a ícones da música brasileira até misturas improváveis Para o folião, isso significa poder alternar entre nostalgia, hits do momento e experiências sonoras fora do óbvio, tudo no mesmo fim de semana.
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Axé puxa os maiores cortejos
Se existe um ritmo que simboliza o carnaval, é o axé. Em Belo Horizonte, ele segue como uma das principais forças da festa. Clássicos que marcaram gerações continuam embalando multidões e garantindo energia nas ruas.
Funk domina as batidas urbanas
O funk deixou de ser coadjuvante para se firmar como um dos pilares do carnaval belo-horizontino. Com batidas marcantes e repertório que mistura clássicos e sucessos recentes, o gênero atrai um público diverso e garante cortejos intensos do início ao fim.
Blocos dedicados exclusivamente ao funk costumam reunir milhares de pessoas, enquanto outros, mais ecléticos, incluem o ritmo em suas apresentações. Em 2026, a expectativa é de que as batidas sigam entre as preferidas de quem busca dança sem pausa.

Samba e pagode mantêm a essência da festa
Nenhum carnaval se sustenta sem samba. Em BH, o pagode também ocupa lugar de destaque, embalando rodas animadas e cortejos cheios de coro afinado.
Há blocos que apostam em sucessos que marcaram diferentes fases do gênero, enquanto outros mantêm viva a tradição do samba de raiz ao lado de composições mais recentes. O resultado é uma folia mais cadenciada, com letras conhecidas e espaço para cantar junto.
MPB amplia a identidade cultural
A música popular brasileira também marca presença na programação carnavalesca da capital mineira. Em vez de seguir apenas a lógica dos hits dançantes, alguns blocos apostam em repertórios que celebram obras de artistas e movimentos marcantes da música nacional.
Homenagens ao Clube da Esquina, a nomes como Belchior e a ícones da MPB ajudam a ampliar o leque da festa. Essa vertente costuma atrair foliões que buscam uma experiência musical mais afetiva, marcada por letras emblemáticas e arranjos que convidam tanto à dança quanto à contemplação.
Brega transforma a rua em karaokê
O brega conquistou espaço definitivo na folia de BH. Com letras intensas e melodias que atravessaram décadas, o estilo transforma cada desfile em um grande karaokê a céu aberto.
Blocos dedicados ao gênero incluem sucessos de nomes como Wando, Sidney Magal e Reginaldo Rossi, reforçando a proposta nostálgica. A mistura de romantismo exagerado e coreografias improvisadas garante cortejos animados e cheios de memória afetiva.
Rock ganha versões carnavalescas
Guitarras e baterias também têm vez no carnaval de rua da capital. O rock aparece em versões adaptadas para o clima carnavalesco, muitas vezes misturado a marchinhas, samba-reggae e outros ritmos brasileiros.
Sertanejo entra no clima da folia
Um dos estilos mais ouvidos no Brasil também aparece no carnaval de BH. Adaptado ao clima da rua, o sertanejo ganha versões mais aceleradas e dançantes.
Blocos dedicados ao gênero misturam sucessos do sertanejo raiz e universitário, além de iniciativas que destacam a presença feminina no estilo. A proposta costuma atrair foliões que acompanham o ritmo ao longo do ano e querem levá-lo para a festa.
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Jazz e fusões criativas surpreendem
Para quem busca sonoridades diferentes, o jazz e as propostas experimentais oferecem alternativas na programação. Arranjos com improviso, fusões com rock, MPB, música erudita e marchinhas mostram que o carnaval de BH também é espaço para inovação.
Forró reforça a tradição nordestina
Com sanfona, triângulo e zabumba, o forró também faz parte do mapa sonoro do carnaval belo-horizontino. O ritmo cria um ambiente acolhedor e dançante, com espaço para a dança a dois e repertório animado.
Música eletrônica transforma o cortejo em pista
As pickups dos DJs também têm presença garantida. A música eletrônica vem ampliando seu espaço nos últimos anos e deve continuar em alta no carnaval 2026.
Blocos comandados por DJs e coletivos transformam o cortejo em uma pista a céu aberto, reunindo principalmente um público jovem e conectado.
O carnaval 2026 em Belo Horizonte reforça uma característica que já virou marca registrada da cidade: a festa não pertence a um único ritmo.
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